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Suplementação pode contribuir para a saúde após os 50

A população brasileira atingiu expectativa de vida de 76,6 anos, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatí...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/01/2026 às 18:30 · Atualizado há 1 semana
Suplementação pode contribuir para a saúde após os 50
Foto: Reprodução / Arquivo

A população brasileira atingiu expectativa de vida de 76,6 anos, conforme as Tábuas de Mortalidade divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e repercutidas pela CNN. O resultado representa um crescimento de 2,5 meses em relação a 2023. Entre os brasileiros que chegam aos 60 anos, a expectativa de vida passou a ser de mais 22,6 anos, em média.

O envelhecimento resulta em perda progressiva de massa e força muscular, conhecida como sarcopenia. A partir dos 50 anos, esse processo é estimado entre 1% e 2% ao ano e impacta a mobilidade e a realização de atividades diárias. Uma revisão de estudos científicos indica abordagens avaliadas para esse processo, como exercícios físicos e uso de suplementos nutricionais.

Thais Figueredo, farmacêutica técnica responsável da indústria de suplementos Quantum Nutrition, aponta que suplementos proteicos, creatina e aminoácidos essenciais como leucina, isoleucina e valina, podem desempenhar um papel fundamental na manutenção da saúde muscular, pois estimulam a síntese proteica e favorecem a recuperação e preservação muscular.

A creatina se destaca por potencializar o desempenho físico e aprimorar a performance muscular, contribuindo para maior força, melhor capacidade funcional e, como sugerem alguns estudos, benefícios cognitivos

— explica a profissional.

Conforme acrescenta a farmacêutica, após os 50 anos, o organismo passa por mudanças fisiológicas naturais que afetam diretamente o metabolismo, a densidade óssea e a saúde cognitiva, em decorrência do envelhecimento celular, do aumento do estresse oxidativo e da redução progressiva da produção hormonal.

Nessa fase, a nutrição obtida somente pela alimentação tende a ser insuficiente para atender às demandas do corpo. Assim, a suplementação adequada torna-se uma aliada para suprir essas necessidades, auxiliando na estabilidade metabólica, no sistema cognitivo, na preservação da massa óssea, no fornecimento dos tecidos musculares e no sistema imune

— revela a especialista.

De acordo com a profissional, a suplementação voltada para a saúde óssea tem um papel importante na prevenção de osteopenia e osteoporose, sobretudo em indivíduos acima dos 50 anos, quando a perda de massa óssea se acelera e o risco de fraturas aumenta.

A combinação de Vitamina D, k2, magnésio, cálcio e colágeno atuam de forma sinérgica. A vitamina D pode melhorar a absorção do cálcio, o magnésio participar da mineralização óssea, a vitamina K2 direcionar o cálcio para o tecido ósseo, enquanto o cálcio e o colágeno contribuir para formação e integridade da matriz óssea

— comenta.

Figueredo pontua que as necessidades nutricionais se diferenciam entre homens e mulheres após os 50, principalmente devido às mudanças hormonais específicas de cada sexo e, por isso, suplementos para o público 50+ devem considerar formulações específicas, respeitando particularidades biológicas e fisiológicas de cada grupo.

Nas mulheres, pós-menopausa, há maior risco de desmineralização óssea, o que aumenta a necessidade de cálcio, vitamina D, magnésio, vitamina K2 e colágeno. Já os homens tendem a apresentar declínio de testosterona, podendo se beneficiar de nutrientes que apoiam metabolismo hormonal, energia e força muscular

— detalha a especialista.

A farmacêutica explica que, a partir dos 50 anos, ocorre uma redução natural da eficiência do sistema imunológico, fenômeno conhecido como imunossenescência. Nutrientes como vitamina D e zinco, juntamente com antioxidantes como as vitaminas A, C e E e compostos bioativos como a curcumina (presente na cúrcuma), podem desempenhar papel fundamental na modulação dessa resposta.

A suplementação direcionada ajuda a fortalecer as barreiras de defesa do organismo, reduzir o risco de infecção recorrentes e aprimorar a capacidade de resposta a agentes externos. Além disso, suplementos antioxidantes podem reduzir danos celulares, vitaminas e minerais modular processos metabólicos e imunológico essenciais e nutrientes como magnésio, coenzima Q10 e resveratrol ajudar na proteção cerebral e cardiovascular

— esclarece a profissional.

Segundo a especialista, os multivitamínicos formulados para o público 50+ costumam incluir vitaminas complexo B, que participam diretamente do metabolismo energético, ajudando as células a produzirem energia e reduzindo a sensação de cansaço.

A suplementação após os 50 anos deve ser entendida como uma estratégia de cuidado em saúde, baseada em necessidades fisiológicas próprias dessa fase da vida. É fundamental que sua indicação seja feita por um profissional de saúde habilitado, considerando as particularidades clínicas, hábitos e exames de cada paciente

— reforça a farmacêutica.

Para mais informações, basta acessar: quantumnutrition.com.br/

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