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Senado dos EUA deve votar resolução que limita ações de Trump na Venezuela

O Senado dos Estados Unidos deve votar já nesta semana uma resolução para bloquear novas ações militares contra a Venezuela sem a aprovação do Congresso, emb...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 10:35 · Atualizado há 1 dia
Senado dos EUA deve votar resolução que limita ações de Trump na Venezuela
Foto: Reprodução / Arquivo

O Senado dos Estados Unidos deve votar já nesta semana uma resolução para bloquear novas ações militares contra a Venezuela sem a aprovação do Congresso, embora os republicanos defendam que a operação contra o líder venezuelano, Nicolás Maduro, se trata de uma ação de "aplicação da lei", que não precisaria do crivo do Legislativo.

Os republicanos já derrotaram outras tentativas de aprovar resoluções semelhantes sobre os "poderes de guerra" do presidente Donald Trump desde o ano passado, quando os EUA enviaram forças ao Caribe e começaram a atacar embarcações que Washington diz estarem transportando drogas.

Membros do Congresso, entre eles alguns republicanos e democratas, acusam há muito tempo vários presidentes de tentarem contornar a exigência constitucional de que o Congresso - e não a Casa Branca - aprove qualquer ação militar que vá além de operações breves e limitadas necessárias para defender o país.

Na segunda-feira, após uma reunião com membros do alto escalão do governo sobre a política para Venezuela, líderes republicanos afirmaram que Trump não planeja ocupar o país sul-americano após a ação que capturou Nicolás Maduro para levá-lo a julgamento em Nova York.

Não temos Forças Armadas dos EUA na Venezuela e não estamos ocupando o país

— disse o presidente da Câmara dos Deputados, o republicano Mike Johnson, após a reunião com os secretários de Estado, Marco Rubio, e de Defesa, Pete Hegseth, e outras autoridades.

Se alguém quiser usar o termo 'nation-building' (construção de uma nação) ou algo do tipo, isso não se parece em nada com o que se viu sob o presidente Trump

— afirmou o deputado republicano Brian Mast, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Este não é um governo de guerras prolongadas

— acrescentou o deputado após a reunião, que durou mais de duas horas e meia, ao ser questionado sobre como o governo tranquilizaria os americanos de que não enfrentariam outra "guerra sem fim", como os 20 anos de conflito no Afeganistão.

O plano deles para os EUA administrarem a Venezuela é vago, insatisfatório e baseado em 'wishful thinking'

— O líder da minoria no Senado, o democrata Chuck Schumer, afirmou que a reunião foi longa, mas gerou mais dúvidas do que respostas.

Schumer disse não ter recebido garantias de que Trump não faria uma ação semelhante em outros países, após o presidente americano ter ameaçado Colômbia, México e Groenlândia. Republicanos também deixaram essa possibilidade em aberto.

Há, sem dúvida, um plano contínuo de usar as Forças Armadas dos EUA para proteger o território dos Estados Unidos

— disse Mast.

Localização dos “laranjas” e o congelamento dos recursos, porém, estão um passo aquém de estabelecer a cadeia completa das supostas fraudes

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Membros do Congresso acusam há muito tempo vários presidentes de tentarem contornar a exigência constitucional de que o Congresso aprove qualquer ação militar que vá além de operações limitadas para defender o país

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