Na virada da infância para a adolescência, William Henry Gates recebeu um formulário para ser preenchido na escola sobre seus interesses e matérias favoritas. Em um dos campos, vinha uma frase para ser completada “Quando crescer, quero ser...”. O garoto pulou as respostas sugeridas, como “caubói” e “bombeiro”, escolheu “astronauta” e completou a lápis ao lado o verdadeiro desejo: “cientista”. “Eu queria ser uma destas pessoas que passam a vida tentando entender coisas que outras pessoas não entendem”, justificou ele, décadas depois.
Publicidade