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Ricardo Magro: quem é o empresário à frente da Refit, alvo de megaoperação que apura fraudes no mercado de combustíveis

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 27/11/2025 às 09:39 · Atualizado há 1 semana
Ricardo Magro: quem é o empresário à frente da Refit, alvo de megaoperação que apura fraudes no mercado de combustíveis
Foto: Reprodução / Arquivo

O jurisconsulto e empresário Ricardo Magro, avante do Grupo Refit, dona da Refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, voltou ao núcleo do noticiário nesta quinta-feira (27) por conta da megaoperação contra o conglomerado e outras dezenas de empresas do setor de combustíveis.
Apontada porquê maior devedora de ICMS em São Paulo e uma das maiores do Rio de Janeiro e da União, a empresa de Magro é investigado por fomentar prejuízo bilionário aos cofres estaduais e federais.
Ele já esteve no foco de escândalos e disputas no setor e também foi citada na Operação Carbono Oculto, em agosto, que investigou a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no segmento. No entanto, a companhia não chegou a ser meta de procura e consumição pela Polícia Federalista.
Saiba quem é o empresário por que seu nome gera controvérsia no mercado de combustíveis.
Quem é Ricardo Magro?
Ricardo Magro, 51 anos, é um personagem recorrente e discutível do mercado de combustíveis no Brasil. Legista de formação e empresário, ele comanda o grupo Refit, atual nome da antiga refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro.
Ao longo dos últimos anos, tornou-se um dos nomes mais citados em investigações tributárias e em disputas que envolvem grandes distribuidoras, órgãos de fiscalização e até operações policiais.
A trajetória empresarial de Magro é marcada por atritos com o fisco de vários estados e pela insistência em rebater o rótulo de “maior devedor de ICMS do país”, alguma coisa que ele sempre classificou porquê distorção ou perseguição institucional em entrevistas à prensa.
A Refit, atualmente em recuperação judicial, acumula dívidas bilionárias contestadas pelo empresário, que sustenta que suas disputas fiscais são resultado de uma guerra desigual contra um setor submetido por grandes grupos e por políticas de preço aa Petrobras.
*Reportagem em atualização
Ricardo Magro
Reprodução/ Magro Advogados

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