A petroleira Prio produziu 104,79 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em março, representando uma queda de 3,47% sobre fevereiro deste ano. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (3), são preliminares e não auditados.
A produção no Campo de Frade somou 37,2 mil barris de óleo por dia ao longo do mês. Já no Polo Polvo e Tubarão Martelo, foram 10,56 mil barris de óleo produzidos diariamente. A Prio informou que a produção nesse polo seguiu prejudicada pela falha de uma bomba centrífuga, que interrompeu a produção em dois poços.
A empresa aguarda aprovação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para início do “workover” (intervenção em poços de petróleo que envolve técnicas invasivas).
No Campo de Albacora Leste, onde a Prio detém uma participação de 90%, a produção foi de 18,84 mil barris de óleo por dia. Por lá, o excedente foi afetado pela troca de um compressor reformado, concluída no final de março. No Campo Peregrino, onde a participação da empresa é de 40%, a produção totalizou 38,17 mil barris de óleo por dia.
No âmbito de vendas, a Prio vendeu 3,18 milhões de barris de óleo em março. As vendas do Campo de Frade totalizaram 378,1 mil no mês, ante 1,4 milhão em fevereiro. A empresa não explicou o motivo da queda.
O Polo Polvo e Tubarão Martelo vendeu 597,7 mil, enquanto o Campo de Albacora Leste registrou 766 mil de barris vendidos. Por fim, o Campo Peregrino atingiu vendas de 1,4 milhão de barris de óleo, ante 727,1 mil no mês anterior.
No consolidado do primeiro trimestre, a Prio produziu 108,09 mil barris de óleo equivalente por dia. Entre janeiro e março, as vendas totalizaram 10,19 milhões de barris de óleo.
* Estagiária sob supervisão de Nelson Rocco