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Porta-aviões mais letal do mundo já opera na América Latina | Mundo

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/11/2025 às 12:19 · Atualizado há 13 horas
Porta-aviões mais letal do mundo já opera na América Latina | Mundo
Foto: Reprodução / Arquivo

O grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald Ford, que inclui o maior porta-aviões nuclear do mundo, navios e guerra e aeronaves, já opera na região da América Latina, informaram hoje duas autoridades americanas à agência Reuters. A medida intensifica de forma significativa a presença militar no Caribe, aumentando as tensões com a Venezuela.

O envio foi ordenado no mês passado pelo presidente americano, Donald Trump, e soma-se a oito navios de guerra, um submarino nuclear e caças F-35 já posicionados na região.

Segundo informações divulgadas pelo Pentágono, o grupo de ataque USS Gerald Ford é composto pelo porta-aviões USS Gerald Ford, além de 3 destróeires (USS Mahan, USS Bainbridge e USS Winston Churchill); três esquadrões de caças F-18; e dois esquadrões de helicópteros de ataque MH-60.

As autoridades americanas não especificaram a localização exata do porta-aviões, apenas informaram que ele entrou na área de responsabilidade do Comando Sul dos EUA, que cobre uma ampla região marítima da América Latina.

EUA fazem novos ataques no Pacífico

O deslocamento do USS Gerald Ford ocorre após os EUA afirmarem, na segunda-feira, que atacaram duas novas embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico no domingo, matando seis pessoas a bordo.

Os EUA realizaram quase 20 ataques deste setembro contra embarcações perto da costa da Venezuela e, mais recentemente, no Pacífico, matando mais de 70 pessoas, segundo o secretário do Departamento de Guerra, Pete Hegseth.

Sem apresentar provas, o governo de Donald Trump alega que os barcos atacados transportavam drogas, mas líderes estrangeiros, membros do Congresso americano, especialistas jurídicos e familiares das vítimas exigiram evidências dos EUA.

Já presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusa Trump de tentar derrubar seu governo, uma alegação que o presidente americano minimizou, apesar dos relatos sobre o contato próximo entre a Casa Branca e a oposição venezuelana.

Nas últimas semanas, Trump autorizou ações da CIA dentro da Venezuela e sugeriu que os militares americanos fariam ataques dentro do país, mas recuou posteriormente.

Em resposta, o governo chavista mobiliza as forças armadas do país e planeja montar uma resistência tipo guerrilha em caso de um ataque, aéreo ou terrestre, por parte dos Estados Unidos, segundo informações dadas por fontes e obtidas por meio de documentos.

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