Bombeiro quando previne incêndios, milagreiro quando ressuscita os filmes da Cinemateca Brasileira onde é presidente, Carlos Alberto Calil, 73 anos, é gestor cultural, mas se define apenas como “professor” das aulas de cinema na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Organizador de mais de 30 livros, garante que não é escritor, e apesar dos sete documentários e uma ficção (com Sonia Braga, que estrelava a peça “Hair” em 1971), insiste, “não sou cineasta há muito tempo, para sorte do público”.
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