Repórter de Finanças do Valor Econômico desde 2023, atualmente focado no mercado de juros e na política monetária do Banco Central.
As mudanças na gestão da dívida pública realizadas pelo Tesouro Nacional por meio do cronograma de leilões do primeiro trimestre de 2026 são alvo tanto de elogios quanto de críticas por parte de profissionais do mercado. Para o calendário de emissões deste início de ano, o órgão optou por incluir mais vencimentos na oferta de NTN-Bs (títulos atrelados ao IPCA), alongar o prazo médio da dívida prefixada com a inclusão da NTN-F para janeiro de 2037 e retirar dos lotes a LFT (título indexado à Selic) de curto prazo.
Preocupação, segundo fontes, é evitar que a gestão petista seja responsabilizada pelo imbróglio financeiro, a exemplo do que aconteceu no ano passado sobre a fiscalização do Pix
Mudanças no cronograma de emissões buscam melhorar liquidez e alongar a dívida, mas geram debate sobre custo e concentração
Presidente francês afirmou, por meio de rede social, que houve uma rejeição política unânime do acordo na França, apesar das "concessões significativas" para os agricultores da União Europeia
Corpo do empresário foi encontrado dois dias após sequestro
Medida não significa que a Comissão tenha aberto uma nova investigação formal com base na Lei de Serviços Digitais da União Europeia, destacou o porta-voz da Comissão, Thomas Regnier
Para 2026, a expectativa de alguns economistas é de que políticas de estímulo possam ajudar a indústria de transformação
País agradeceu ao presidente Lula (PT), ao ex-primeiro-ministro da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero e ao governo do Catar pelo apoio à Venezuela, sugerindo que podem ter relação com a libertação
Publicações, concentradas em um curto intervalo de tempo, partiram majoritariamente de perfis de fofoca e entretenimento e levantaram questionamentos sobre a atuação do regulador
Santiago Peña indicou que o país vizinho deve rever os termos do entendimento firmado com o Brasil, em maio 2024, sobre a tarifa da hidrelétrica binacional