Publicidade
Capa / Econômia

O futuro do transporte de cargas: seis mudanças que vão transformar o setor

Confira os detalhes desta notícia atualizada.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 12:53 · Atualizado há 1 dia
O futuro do transporte de cargas: seis mudanças que vão transformar o setor
Foto: Reprodução / Arquivo
O transporte de cargas vive um momento de mudança global. Tensões geopolíticas, oscilações econômicas e avanço de novas tecnologias e modelos de negócios transformam rapidamente o setor. É o que aponta a nova edição do estudo O futuro do frete da Deloitte. Baseado em uma análise de mercado e nos insights do futurista-chefe da Deloitte, Eamonn Kelly, o levantamento detalha as grandes diferenças de cenário em relação a 2022, quando a edição anterior havia sido publicada. As principais mudanças identificadas pelo levantamento, e que apontam para o cenário futuro do setor em termos mundiais, são: A tecnologia também é um componente estratégico: o levantamento aponta que a tendência é de avanço de tecnologias como IA, machine learning, visão computacional e simulação em larga escala. “Transportadoras têm investido ou adquirido startups de dados para otimizar rotas e reduzir custos na cadeia estendida, enquanto algumas dessas empresas evoluem para atuar como brokers digitais de carga, conectando embarcadores e transportadores com inteligência artificial e big data para aumentar eficiência e transparência”, afirma Giuliano Babbini, sócio de soluções de Supply Chain & Network Operations da Deloitte Brasil. Inscreva-se para conhecer mais conteúdos e soluções sobre a transformação digital e de negócios. No Brasil, às tendências globais apontadas pelo estudo somam-se mudanças previstas para o setor, incluindo os impactos da reforma tributária – que redefine benefícios fiscais e impõe adaptações tecnológicas para atender às novas regras. Especificamente no País, o setor ainda precisa lidar com as mudanças na legislação brasileira, que influenciam várias das tendências de futuro e mexem na própria prática da atividade. “Com a reforma, a lógica será alterada: o imposto passará a ser recolhido no destino da mercadoria, e não mais em sua origem. Isso traz impactos profundos para a cadeia logística”, explica Luiz Rezende, sócio-líder de Consultoria Tributária da Deloitte Brasil. Hoje uma indústria pode manter sua produção em um estado que oferece incentivos fiscais, mesmo que o principal mercado consumidor esteja em outro. Com a nova regra, essa empresa não apenas terá o custo do frete, mas também perderá o benefício tributário, reduzindo a competitividade. O mesmo raciocínio vale para os centros de distribuição. “Devido aos incentivos fiscais oferecidos em determinadas regiões do Brasil, grande parte da indústria de consumo, incluindo os setores automotivo, de alimentos e bebidas e eletroeletrônico, por exemplo, concentra suas operações em áreas estratégicas do país. Essa escolha geográfica impacta diretamente as margens de lucro das empresas, pois os benefícios tributários decorrentes da localização representam uma parcela significativa dos resultados financeiros dessas organizações”, detalha Paulo de Tarso, sócio-líder para a indústria de Consumer da Deloitte Brasil. Clique aqui para saber mais sobre o estudo e baixar o relatório completo. No despacho assinado hoje, o ministro determina que os técnicos do TCU deverão, “in loco”, reconstruir o fluxo de supervisão e resolução no período 2019–2025 no âmbito do Master, bem como, "verificar motivação, coerência e proporcionalidade" na decisão de liquidar o banco Desde 2023, as duas empresas vêm colaborando em parcerias de negócios para o desenvolvimento de soluções de baixo carbono Em carta, Guterres manifestou preocupação com o fato de a operação dos EUA na Venezuela não ter respeitado as normas do direito internacional Próxima reunião que irá deliberar sobre a taxa básica de juros acontece no fim do mês de janeiro Fundo passou a ser o maior do segmento, com patrimônio de R$ 950 milhões No acumulado dos nove primeiros meses do ano passado, o lucro operacional das operadoras de saúde somou R$ 8,6 bilhões Dirigente pondera que essa situação não parece estar ocorrendo até agora Pílula foi aprovada pela Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA na sigla em inglês) dos EUA no mês passado A estreia de “A Empregada”, “Zootopia 2”, “Bob Esponja - Em Busca da Calça Quadrada” e “Anaconda” completam as cinco maiores bilheterias Sem sinais de que a intervenção possa se espalhar pela América Latina ou envolver outros atores globais, os mercados não sofrem com uma aversão a risco significativa nesta segunda-feira

Fonte: Agências

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade