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‘Não acho razoável’, diz diretor-geral da PF sobre anistia a condenados pelo 8 de Janeiro | Política

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 28/01/2025 às 00:01 · Atualizado há 1 semana
‘Não acho razoável’, diz diretor-geral da PF sobre anistia a condenados pelo 8 de Janeiro | Política
Foto: Reprodução / Arquivo

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que não vê como “razoável” os pedidos de anistia para os manifestantes condenados pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro de 2023. Na ocasião, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram a sede dos Três Poderes, em Brasília.

“Não acho razoável que se fale em anistia para quem comete esse crime dessa magnitude, dessa extensão”, disse Rodrigues em entrevista no programa “Roda Viva”, da TV Cultura.

O diretor-geral da PF definiu o crime cometido pelos manifestantes como aqueles que “afetam diretamente a democracia, o Estado democrático de direito”.

Ao fazer as declarações, Rodrigues também falou sobre os indiciados pela suposta tentativa de golpe investigada pela PF. Bolsonaro está entre os indiciados, assim como ex-ministros de seu governo, como da Casa Civil e da Defesa, general Walter Braga Netto; da Justiça, Anderson Torres, e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno.

O inquérito da PF investiga se aliados do ex-mandatário tentaram um golpe de Estado para a manutenção de seu grupo político no poder, após a derrota no pleito daquele ano.

Rodrigues afirmou que, se o plano tivesse sido bem sucedido, o Brasil estaria vivendo um “Estado de exceção”: “Nós não estaríamos aqui hoje. Vocês como jornalistas, eu como diretor-geral, porque estaríamos no Estado de exceção”.


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