O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem pelo menos 11 reuniões bilaterais com chefes de Estado e líderes estrangeiros programadas para ocorrer entre domingo (17) e terça-feira (19). O último compromisso será um almoço com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na terça, após o encerramento da Cúpula do G20. Na sequência, Lula deverá conceder entrevista coletiva sobre o evento.
O número dos compromissos deve crescer, porque há mais demandas para reuniões com o brasileiro, que preside a cúpula, e as agendas estão em processo de confirmação, esclareceu ao Valor uma fonte do Itamaraty. Neste domingo, está confirmada, na parte da manhã, a reunião com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, para quem Lula transmitirá a presidência do G20, que será realizado naquele país em 2025.
Até terça, Lula também se reunirá com a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, e com os chefes de Estado e de governo da França, Reino Unido, Itália, Japão, Emirados Árabes, Turquia, Egito e Bolívia. Na manhã deste sábado (16), Lula reuniu-se com o secretário-geral da ONU, António Guterres.
A relação do Brasil com a Argentina deve entrar na pauta da reunião de Lula com o presidente francês, Emmanuel Macron. Neste sábado, o mandatário francês faz uma visita oficial a Buenos Aires, num contexto em que a Argentina tornou-se um empecilho que a declaração final da Cúpula do G20 seja consensual em relação aos principais temas do evento, como meio ambiente, taxação dos super-ricos, bem como igualdade de gênero.
Já o sul-africano Ramaphosa comprometeu-se em reeditar o G20 Social, evento paralelo à cúpula oficial que envolve representantes da sociedade civil, e que foi uma iniciativa brasileira. Ramaphosa participaria ao lado de Lula do show de encerramento do G20 Social na noite deste sábado, mas por razões de agenda, teve de adiar a chegada ao Brasil.
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