Pré-candidato à Presidência em 2026, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), voltou a defender a anistia a todos os envolvidos em atos golpistas. "Serei candidato e isso [anistia] estará na minha pauta. Eu vou fazer no sentido de pacificar o país", disse ele, nesta segunda-feira (29), em Brasília.
Caiado já se posicionou a favor de uma "anistia ampla, geral e irrestrita" em outras situações, afirmando, inclusive, que, se eleito presidente, fará da anistia seu primeiro ato. Desta vez, a fala foi feita a jornalistas após a cerimônia de posse do ministro Edson Fachin como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Questionado se o Supremo pode dar mais estabilidade política ao país, o governador afirmou que Fachin "vai acalmar o processo".
Além de Caiado, outros três governadores de partidos de oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva participaram da cerimônia nesta segunda, na sede do STF, em Brasília. Compareceram os governadores Romeu Zema, de Minas Gerais (Novo), Cláudio Castro, do Rio de Janeiro (PL) e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul (PSD).
Convidado, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que está em Brasília para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, não foi à cerimônia.