Os preços do ouro e da prata avançam nos mercados internacionais nesta segunda-feira (5), impulsionados pelo aumento da instabilidade política após a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças dos Estados Unidos.
O ouro voltou a ser procurado como forma de proteção em momentos de incerteza. Por volta das 10h25 (horário de Brasília), o metal subia 2,03%, cotado a US$ 4.417 por onça, no maior patamar em cerca de uma semana.
Já a prata apresentava uma valorização ainda mais intensa e atingia um novo recorde: no mesmo horário, o preço avançava cerca de 5,45%, chegando a US$ 74,8.
Em cenários de crise geopolítica, investidores tendem a direcionar recursos para ativos vistos como reserva de valor.
Enquanto isso, os preços do petróleo seguem voláteis e próximos da estabilidade.
Os preços do ouro e da prata avançam nos mercados internacionais nesta segunda-feira (5), impulsionados pelo aumento da instabilidade política após a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças dos Estados Unidos.
Com o aumento das incertezas, o ouro voltou a ser buscado por investidores como ativo de proteção. Por volta das 10h25 (horário de Brasília), o metal avançava 2,03%, cotado a US$ 4.417 por onça-troy (pouco mais de 31,1 gramas).
Já a prata apresentava uma valorização ainda mais intensa e atingia um novo recorde: no mesmo horário, o preço avançava cerca de 5,45%, chegando a US$ 74,8.
Em momentos de crise geopolítica, investidores costumam direcionar recursos para ativos considerados reserva de valor, vistos como uma forma de proteção em períodos de maior incerteza.
Nesses momentos, ouro e prata tendem a ganhar destaque, sobretudo em ambientes de juros mais baixos. Outros metais, como o cobre, também respondem ao cenário, influenciados tanto pela maior percepção de risco quanto pelo papel estratégico dos recursos naturais para a segurança energética e industrial.
Imagem de barra de ouro em foto de arquivo — Foto: REUTERS/Maxim Shemetov/File Photo
Enquanto isso, os preços do petróleo seguem voláteis e próximos da estabilidade. Apesar do anúncio de Trump de que pretende abrir o setor de petróleo da Venezuela para grandes empresas americanas, os preços do petróleo iniciaram o dia em queda.
Por volta das 6h05 da manhã em Brasília, o preço do petróleo tipo Brent caiu cerca de 1% e passou a custar cerca de US$ 60 o barril. Às 8h, os preços voltaram a subir, com leve alta de 0,13%, a US$ 60,83.
Já o petróleo americano, conhecido como WTI, também recuou cerca de 1% e era vendido por cerca de US$ 56 o barril. Por volta das 8h, subia apenas 0,30%, cotado a US$ 57,49.
A presidente em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, divulgou neste domingo (4) uma carta aberta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo diálogo, o fim das hostilidades e uma "agenda de colaboração", menos de 24 horas após a captura de Nicolás Maduro por uma operação militar norte-americana (veja a íntegra).
Segundo analistas ouvidos pela agência France Presse, a situação reduz o risco de que o petróleo da Venezuela fique por muito tempo impedido de ser exportado.
Apesar de a Venezuela ter as maiores reservas de petróleo do mundo, o país produz pouco hoje, cerca de um milhão de barris por dia.
Trump e Maduro — Foto: AP Photo/Evan Vucci; Reuters/Leonardo Fernandez
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Fonte: Agências