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Índice ABCR, de fluxo pedagiado de veículos nas estradas, sobe 0,7% em novembro | Brasil

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/12/2024 às 11:58 · Atualizado há 1 semana
Índice ABCR, de fluxo pedagiado de veículos nas estradas, sobe 0,7% em novembro | Brasil
Foto: Reprodução / Arquivo

O Índice ABCR — que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas — subiu 0,7% em novembro ante outubro, considerando os dados dessazonalizados, informou a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), responsável pelo levantamento em parceria com a Tendências Consultoria.

Mantida a comparação dessazonalizada, o resultado decorreu do crescimento de 1,3% de veículos leves mais do que compensando a queda de 2,8% de veículos pesados.

Comparado ao mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,4%, devido ao crescimento de 4,4% de leves e, em menor intensidade, 0,4% de pesados.

Nos últimos 12 meses, o índice total acumula crescimento de 2,5%, fruto do aumento de 1,6% de veículos leves e 5,3% de pesados.

“Os dados mostraram crescimento no fluxo total de veículos em novembro, considerando a série ajustada para efeitos sazonais. Esse resultado representa uma inversão da dinâmica observada no mês anterior, uma vez que o avanço foi impulsionado pelo desempenho dos veículos leves, em contraste com o fraco desempenho dos veículos pesados. O fluxo de veículos leves cresceu após três meses consecutivos de estagnação. Considerando um horizonte temporal desde o início deste ano, o indicador mostra certa acomodação na segunda metade de 2024”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Davi Gonçalves.

“O fluxo de veículos pesados, por sua vez, recuou em novembro, devolvendo o crescimento registrado nos dois meses anteriores. Apesar de se manter em níveis elevados, o segmento tem sido afetado por condições adversas, como as condições de crédito, que reduzem a demanda por transporte de cargas na indústria e no comércio varejista. Adicionalmente, a menor produção agropecuária, especialmente de grãos, impõe limitações ao ritmo de expansão e contribui para a relativa volatilidade no tráfego de veículos pesados”, completam.

— Foto: Reprodução/EPR Triângulo

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