O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou que obteve decisão liminar no Tribunal de Justiça de São Paulo para impedir a venda de suas ações ao grupo francês Casino Guichard-Perrachon. A decisão foi obtida em um processo de arbitragem entre as partes e afirma que a venda das ações do GPA seria prejudicial ao acionista Casino. O GPA detém 22,5% do capital da empresa.
A decisão da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo impede a venda das ações em duas frentes: a suspensão da liquidação financeira das ações já vendidas e a proibição de novas vendas das ações ainda não vendidas.
O GPA apresentou um plano de recuperação extrajudicial em março, que inclui a renegociação de dívidas com principais credores. O objetivo é obter mais prazo ou melhor condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas graviores, como a falência.
Casino Guichard-Perrachon é acionista do GPA desde 1999 e detém participação de 22,5% no capital da empresa. O GP apresentou um plano de recuperação extrajudicial em março, que pode afetar a venda das ações.
A decisão da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo impede a venda das ações em duas frentes: a suspensão da liquidação financeira das ações já vendidas e a proibição de novas vendas das ações ainda não vendidas.
O GPA apresentou um plano de recuperação extrajudicial em março, que inclui a renegociação de dívidas com principais credores. O objetivo é obter mais prazo ou melhor condições de pagamento para reorganizar as finanças e evitar problemas graviores, como a falência.
Casino Guichard-Perrachon é acionista do GPA desde 1999 e detém participação de 22,5% no capital da empresa. O GP apresentou um plano de recuperação extrajudicial em março, que pode afetar a venda das ações.