Sou um crítico relativamente fácil de ser impressionado, admito. Às vezes, gosto de um filme porque ele me apresentou ou relembrou uma música. Em um momento-chave de “Baby”, de Marcelo Caetano, toca “Valse”, de Paulo Jobim, que faz parte do lado sinfônico do álbum “Urubu”, de Tom Jobim (1976). O disco fez parte da minha adolescência nos anos 1980, época em que a música tocada nas vitrolas era partilhada pelas famílias e/ou amigos em momentos de relaxamento ou de festa.
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