Os investidores estrangeiros encerraram o ano de 2025 com entradas de R$ 25,5 bilhões em recursos no segmento secundário da B3 (ações já listadas). Trata-se do maior valor aportado em um ano pela categoria desde 2023, quando o montante de aportes chegou a R$ 44,9 bilhões, segundo levantamento do VALOR DATA.
Por outro lado, dados divulgados com atraso pela B3 mostram que os estrangeiros registraram saídas em dezembro: no acumulado do mês, o valor retirado chegou a R$ 1,9 bilhão. Apenas na terça-feira (30), dia em que o Ibovespa subiu 0,40%, as saídas somaram R$ 46,9 milhões.
Apesar do movimento visto no mês passado, a equipe de estratégia da XP, liderada por Fernando Ferreira, destaca que um dos motivos que levaram o Ibovespa a subir 34% e a apresentar o melhor desempenho nominal desde 2016 foram fatores globais favoráveis para mercados emergentes. Em relatório, os profissionais citam o enfraquecimento do dólar como um dos pontos que ajudaram a impulsionar um movimento expressivo de rotação global, que beneficiou os ativos locais por meio de fluxos estrangeiros.
Enquanto investidores de fora foram a força motriz do Ibovespa, alocadores locais se mantiveram afastados da bolsa. No ano passado, o saldo da categoria terminou negativo em R$ 46,6 bilhões na B3, o que seria o valor mais elevado desde 2023, quando as retiradas bateram R$ 65,1 bilhões. Na terça-feira passada (30), não foi diferente: as saídas chegaram a R$ 7,4 milhões.
Em dezembro, porém, investidores locais fecharam com saldo positivo na B3, no valor de R$ 2,9 bilhões.
Da mesma forma, o investidor individual encerrou 2025 com aportes de R$ 7,1 bilhões na B3. Em dezembro, a categoria também terminou com saldo positivo, no valor de R$ 3,9 bilhões. Somente na terça-feira (30), as entradas chegaram a R$ 77,4 milhões.
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