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Em primeiro ato público do ano, Lula silencia sobre Maduro e defende gastos do governo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quarta-feira (7) do primeiro ato público de sua gestão nesse ano. Ao discursar, o presidente não fez ...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/01/2026 às 13:55 · Atualizado há 9 minutos
Em primeiro ato público do ano, Lula silencia sobre Maduro e defende gastos do governo
Foto: Reprodução / Arquivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quarta-feira (7) do primeiro ato público de sua gestão nesse ano. Ao discursar, o presidente não fez referências ao ataque dos Estados Unidos à Venezuela nem à captura de Nicolás Maduro. Pré-candidato à reeleição, o petista dedicou parte de sua fala para defender investimentos públicos e rebater críticas sobre risco de descontrole das contas e de crescimento da dívida.

Quando a gente determina um projeto, não podemos ouvir a palavra ‘não tem dinheiro’, ‘não posso fazer’. O Brasil não está mais avançado, melhor ou em outro patamar, porque nesse país sempre se utilizou a palavra ‘gasta-se muito’, ‘é muito caro’, ‘não dá para fazer’

— afirmou o presidente em evento de anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS). "A gente nunca se perguntou quanto custou a gente não ter feito as coisas na hora em que deveria fazer", completou o petista.

Lula retornou a Brasília na terça-feira (6), após passar as celebrações de Ano Novo na Restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro. Os bombardeiros promovidos pelo governo Donald Trump na Venezuela, no sábado (3), ocorreram quando o presidente ainda estava no Rio. Lula divulgou nota oficial em que condenou a ação militar, mas ainda não falou publicamente a respeito.

Os acontecimentos no país vizinho entraram no debate pré-eleitoral. Enquanto Lula e PT influência americana na disputa presidencial em outubro, a oposição tenta associar o presidente brasileiro ao ex-ditador da Venezuela.

Lula tem trabalhado com cautela e até o momento evitou criticar diretamente Donald Trump. O presidente evitou também fazer uma defesa enfática de Maduro, em uma tentativa de se descolar da imagem do venezuelano.

A sede da rede ficará em São Paulo e terá um financiamento externo no valor de R$ 1,7 bilhão do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), conhecido como banco do Brics. A expectativa é que os primeiros serviços da rede entrem em operação em 2026. Já o início das operações está previsto para 2029, com a instalação de equipamentos, implantação dos sistemas digitais e treinamento das equipes.

Proposto pelo Ministério da Saúde, em coordenação com o Ministério do Planejamento e Orçamento, o projeto tem como objetivo desenvolver um modelo nacional de hospital inteligente, escalável e replicável. Na cerimônia de hoje no Palácio do Planalto, estiveram presentes o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e a presidente do NDB, Dilma Rousseff.

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