A operação dos Estados Unidos na Venezuela no fim de semana, que resultou na prisão de Nicolás Maduro, não teve, ao menos por enquanto, efeitos negativos sobre o mercado secundário de “bonds” brasileiros. O risco de contaminação, porém, não é algo desprezível, segundo a avaliação de alguns gestores.
Ainda é incerto se o presidente Trump pode usar o momento para ampliar pressão sobre países da América Latina nessas negociações
Nova carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3 reúne 65 companhias, quatro a mais do que no ciclo anterior. Das companhias que seguem no índice, 75% reduziram a intensidade de emissões em relação à receita
Sem sinais de que a intervenção possa se espalhar pela América Latina ou envolver outros atores globais, os mercados não sofrem com uma aversão a risco significativa nesta segunda-feira
Preços da commodity chegaram a abrir em queda mais cedo, mas ganharam força durante a sessão
Cautela dos agentes financeiros com relação à invasão da Venezuela pelos Estados Unidos até chegou a pressionar o real no começo do dia de hoje, mas a dinâmica se desfez ao longo do dia
Os campos operados pela Petrobras, sozinha ou em consórcio com outras empresas, foram responsáveis por 89,35% do total produzido
Segundo entidades setoriais consultadas pelo Valor, a exposição comercial do Brasil ao país é pequena
A PetroUrdaneta é controlada pela estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), com 60% das ações, e opera três campos na região de Maracaibo, no noroeste do país
A satisfação evidente do presidente americano com o sucesso inicial da operação na Venezuela sugere que ele poderá passar a cultivar um gosto por intervenções no “quintal” dos EUA, definido de forma cada vez mais abrangente