Publicidade
Capa / Econômia

Dólar cai mais de 11% em 2025 e fecha abaixo dos R$ 5,50; Ibovespa sobe mais ...

Confira os detalhes desta notícia atualizada.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 12:40 · Atualizado há 1 semana
Dólar cai mais de 11% em 2025 e fecha abaixo dos R$ 5,50; Ibovespa sobe mais ...
Foto: Reprodução / Arquivo
O dólar fechou em queda de 1,47% nesta terça-feira (30), cotado a R$ 5,4887. O movimento consolida a expectativa de uma queda superior a 10% da moeda americana em 2025. O Ibovespa, por sua vez, fechou o último pregão do ano em alta de 0,40%, aos 161.125 pontos. Como mostrou o g1, a bolsa encerrou 2025 com valorização superior a 33%, no maior ganho anual desde 2016. Nesta terça-feira, em específico, os investidores acompanham com atenção a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve e de indicadores do mercado de trabalho no Brasil. A ata do Fed indicou que os dirigentes do BC dos EUA só concordaram em cortar a taxa básica na última reunião após um debate com muitas nuances sobre os riscos enfrentados pela economia norte-americana. No cenário político e comercial, o mercado ainda repercute o acordo entre EUA e Israel envolvendo produtos agrícolas e outros setores. Também chamam atenção as críticas de Trump ao presidente do Fed, Jerome Powell, que classificou como "extremamente incompetente". Dólar cai no último pregão do ano e deve acumular recuo de mais de 10% em 2025 O último pregão de 2025 aconteceu em um ritmo mais lento, típico do fim de ano. O dólar fechou em queda de 1,47% nesta terça-feira (30), cotado a R$ 5,4887. O movimento consolida a expectativa de uma queda superior a 10% da moeda americana em 2025, como mostrou o g1. ▶️ Este foi o pior desempenho anual em quase uma década. A trajetória reflete apostas em novos cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos EUA, além de preocupações com o déficit das contas públicas e com a condução da economia pelo presidente Donald Trump. SAIBA MAIS AQUI. O Ibovespa, por sua vez, fechou o último pregão do ano em alta de 0,40%, aos 161.125 pontos. Como mostrou o g1, a bolsa encerrou 2025 com valorização superior a 33%, no maior ganho anual desde 2016 — mesmo com os juros no nível mais alto dos últimos 20 anos. ▶️ No caso da bolsa, o desempenho reflete a expectativa de cortes de juros nos EUA e no Brasil, a realocação de investimentos em favor de ativos brasileiros, a maior resiliência do país nas tensões comerciais com os EUA e a avaliação de que as ações brasileiras ainda são negociadas abaixo dos níveis pré-pandemia. SAIBA MAIS AQUI. Nesta terça-feira, em específico, os investidores acompanham com atenção a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve e de indicadores do mercado de trabalho no Brasil. ▶️ A ata do Fed indicou que os dirigentes do BC dos EUA só concordaram em cortar a taxa básica na última reunião após um debate com muitas nuances sobre os riscos enfrentados pela economia norte-americana. Segundo o documento, a "maioria dos participantes" acabou apoiando a redução dos juros por acreditar que a medida ajudaria a "estabilizar o mercado de trabalho", mas muitos ainda "expressaram preocupação" com a demora de a inflação rumar em direção à meta de 2% do comitê. As projeções mostram que o mercado financeiro espera apenas mais um corte em 2026, enquanto o novo comunicado indica que o Fed provavelmente deve esperar a divulgação de novos dados que mostrem que a inflação voltou a cair ou que o desemprego está aumentando mais do que o previsto. ▶️ No cenário político e comercial, o mercado ainda repercute o acordo entre EUA e Israel envolvendo produtos agrícolas e outros setores. Também chamam atenção as críticas de Trump ao presidente do Fed, Jerome Powell, que classificou como "extremamente incompetente". ▶️ No Brasil, o foco está nos dados do mercado de trabalho. O IBGE mostrou que a taxa de desemprego caiu para 5,2% em novembro, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. Também houve recorde no número de pessoas ocupadas e de trabalhadores com carteira assinada. ▶️ O Ministério do Trabalho divulgou o Caged de novembro, com criação de 85,9 mil empregos formais em novembro. O resultado representa um recuo de 19,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram criados cerca de 106,1 mil vagas. ▶️ Entre os indicadores econômicos, os investidores seguem atentos às contas públicas, após o governo central registrar déficit de R$ 20,2 bilhões em novembro, acima das expectativas do mercado. Fora do Brasil, os mercados de ações tiveram um desempenho misto durante o dia. Nos EUA, as bolsas tiveram a terceira sessão seguida de queda em Wall Street. O momento foi marcado por vendas no setor de tecnologia, que vinha acumulando ganhos expressivos ao longo do ano. Ações como Nvidia, Palantir, Oracle e Tesla recuaram com as preocupações de um possível excesso de investimentos ligados à inteligência artificial. O setor de materiais também pressionou os índices. Ao final da sessão, Dow Jones caiu 0,20%, aos 48.367,06 pontos, enquanto S&P 500 recuou 0,14%, aos 6.896,23 pontos. O Nasdaq Composite, por sua vez, fechou em queda de 0,245, aos 23.419,08 pontos. Já na Europa, as bolsas atingiram mais um recorde de fechamento, com o principal índice, STOXX 600, encerrando em alta de 0,6%. O ano foi positivo para os mercados europeus por conta de juros mais baixos, sinais de estímulo fiscal e maior diversificação dos investimentos globais. Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão com desempenho misto. Na China, o mercado interrompeu uma sequência de nove dias de alta, com investidores embolsando lucros. Mesmo com a pausa, o mercado chinês segue acumulando ganhos expressivos em 2025. O dia foi marcado por mudanças entre setores. Ações de tecnologia, inteligência artificial e defesa avançaram, enquanto papéis do setor imobiliário, além de saúde e seguros, recuaram. O segmento de defesa ganhou força após exercícios militares chineses ao redor de Taiwan. Em Hong Kong, o tom foi mais positivo, impulsionado pelas ações de tecnologia, que atingiram máximas recentes. A estreia de novas empresas chinesas na bolsa local, com boa recepção dos investidores, reforçou o momento mais favorável do mercado de capitais na cidade. No Japão, a bolsa fechou em queda, pressionada por perdas em empresas de tecnologia e de data centers. Ações do SoftBank recuaram após o anúncio da aquisição da DigitalBridge, movimento que pesou sobre o humor dos investidores. De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Como é prisão onde Maduro está detido em Nova York: 'Inferno na Terra' ANÁLISE: Trump atropelou a coerência ao optar pela vice de Maduro O que mudou na rotina de cidade brasileira na fronteira com a Venezuela Tentativa de assalto a caminhão termina com 6 mortos no Paraná Veículo tombou sobre uma van após ser abandonado por criminosos. Anvisa libera aplicação de polilaminina em pacientes com lesão na medula

Fonte: Agências

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade