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Copom mantém taxa básica de juros em 15% pela quarta vez seguida

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 10/12/2025 às 18:38 · Atualizado há 6 dias
Copom mantém taxa básica de juros em 15% pela quarta vez seguida
Foto: Reprodução / Arquivo
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Meão do Brasil decidiu nesta quarta-feira (10) manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, firme em 15% ao ano.
A decisão, que foi unânime, representa a quarta manutenção consecutiva do índice.
No expedido, o Copom afirma que "entende que essa decisão é patível com a estratégia de convergência da inflação para o volta da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de certificar a segurança de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno serviço", conclui o texto.
🔎A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar moderar as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.
A decisão confirmou as expectativas da maioria dos economistas do mercado financeiro ouvidos pelo BC, que deixaram de crer inclusive que o início do processo de golpe da taxa básica de juros aconteça em janeiro.
Uma vez que o Banco Meão atua?
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Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em traço com as metas, é provável diminuir os juros. Se estão supra, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Com a inflação ficando seis meses seguidos supra da meta em junho, o BC teve de propalar uma epístola pública explicando os motivos.
Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o horizonte, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação manante dos preços, ou seja, dos últimos meses.
Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.
Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o segundo trimestre de 2027.
Para 2025, 2026, 2027 e 2028, a projeção do mercado para a inflação solene está em 4,40%, 4,16%, 3,8% e em 3,5%. Ou seja, supra da meta médio de 3%, buscada pelo BC.
Desaceleração da economia
O BC tem dito claramente que uma desaceleração, ou seja, um ritmo menor de prolongamento da economia, faz secção da estratégia de moderar a inflação no país.
A explicação é que, com um ritmo menor de prolongamento, há menos pressões inflacionárias, principalmente no setor de serviços.
➡️Na ata da última reunião do Copom, divulgada em 11 de novembro, o BC informou que o chamado "hiato do resultado" segue positivo.
➡️Isso quer proferir que a economia continua operando supra do seu potencial de prolongamento sem pressionar a inflação.
"A atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no prolongamento, reforçando a tradução do cenário delineado pelo Comitê estar, até agora, se concretizando. Os dados mais recentes corroboram, em universal, o prosseguimento de uma redução gradual de prolongamento, ainda que, em momentos de inflexão no ciclo econômico, seja oriundo observar sinais mistos advindos de indicadores econômicos ou alguma diferença entre as expectativas e as divulgações", informou o Banco Meão

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