Em comunicado publicado pela mídia estatal chinesa, o vice primeiro-ministro He Lieng pontuou que, agora, ambas as partes devem “seguir o importante consenso e as exigências alcançadas” além de “demonstrarem espírito de boa-fé no cumprimento de seus compromissos e salvaguardar os resultados conquistados com muito esforço.”
Lieng não entrou em detalhes sobre a proposta, que, a princípio, busca avançar no dilema das terras raras fornecidas pela China aos EUA. Em Londres, os dois lados concordaram em reativar o fluxo desses recursos.
Em Genebra, no encontro anterior entre as delegações, ficou entendido que o país asiático forneceria maiores remessas de terras raras aos americanos, a fim de evitar o colapso da cadeia de suprimentos local. O governo americano, por sua vez, acusou Pequim de lentidão nesse processo.
Os dois lados também trocaram acusações de violação do acordo antes de uma conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping. Autoridades dos EUA disseram que a China estava paralisando as exportações de ímãs de terras raras, cruciais para os setores automotivo e de defesa, enquanto Pequim protestou contra a decisão de Washington de impor novas restrições a softwares de design de chips, peças de motores a jato e vistos de estudante.
A proposta selada nesta terça pretende reduzir a tensão comercial, que levou a uma queda no comércio bilateral, entre as duas maiores economias do mundo.
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