Changan CS75 Plus, SUV a combustão da marca chinesa, foi flagrado em testes em São Paulo.
Veículo é um crossover espaçoso, com 4,7 metros de comprimento e 2,8 metros de entre-eixos.
Dimensões colocam o modelo próximo de outros SUVs de sete lugares já vendidos no Brasil, como Chery Tiggo 8 e Jeep Commander.
Sob o capô, o CS75 Plus se diferencia dos modelos exibidos pela Caoa Changan no Salão do Automóvel de São Paulo.
Modelo utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, que entrega 192 cv e 31,6 kgfm de torque, ligado a um câmbio automático de oito marchas.
Depois do flagra de um Changan Uni-T camuflado em Santos (SP), outro SUV da marca chinesa foi visto, agora em São Paulo (SP): o CS75 Plus.
O utilitário é um crossover espaçoso, com 4,7 metros de comprimento e 2,8 metros de entre-eixos. As dimensões colocam o modelo próximo de outros SUVs de sete lugares já vendidos no Brasil, como Chery Tiggo 8 e Jeep Commander.
Changan CS75 Plus em testes em São Paulo (SP) — Foto: Raphael Martins/g1
Mesmo competindo com SUVs de sete lugares, o Changan CS75 Plus acomoda cinco ocupantes, o que favorece o espaço para as pernas e aumenta a capacidade do porta-malas.
Por fora, é possível identificar elementos que indicam forte semelhança deste camuflado com o Changan CS75 Plus:
Sob o capô, o CS75 Plus se diferencia dos modelos exibidos pela Caoa Changan no Salão do Automóvel de São Paulo. A razão está no conjunto mecânico: um motor a combustão, sem qualquer eletrificação.
O modelo utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, que entrega 192 cv e 31,6 kgfm de torque, ligado a um câmbio automático de oito marchas.
Por dentro, o CS75 Plus segue a linha aplicada por outras marcas chinesas em modelos eletrificados, com uso de materiais macios ao toque e visual minimalista, que esconde comandos do ar-condicionado, seletor de câmbio e até as portas USB.
Se por um lado parte dos comandos fica oculta, por outro o conforto recebe destaque em recursos bastante visíveis como:
A Changan não é nova no Brasil. A marca vendeu veículos comerciais leves entre 2006 e 2016, então sob o nome Chana Motors. Em 2011, adotou o nome Changan, antes de encerrar suas atividades no país.
O retorno da marca já vinha sendo especulado no mercado, e modelos da empresa foram flagrados em testes antes da confirmação, feita durante o Salão do Automóvel de São Paulo.
Apesar de compartilhar o prefixo Caoa, a nova marca atuará no Brasil junto da Caoa Chery. As duas dividirão o pavilhão de exposições do Salão do Automóvel, cada uma com seu próprio espaço, separados pelo estande da Honda.
Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre os primeiros carros, mas dois modelos subiram ao palco do Salão: Avatr 11 e 12. O primeiro é um SUV cupê urbano e luxuoso, enquanto o segundo é um sedã cupê com apelo mais esportivo, mas sem abandonar o requinte.
Para o Brasil, o único modelo com dados divulgados pela Changan foi o Avatr 11. Ele utiliza um conjunto elétrico com tração traseira que entrega 308 cv de potência e alcança até 730 km de autonomia com uma carga — segundo o ciclo chinês, sempre mais generoso que o Inmetro com os números.
A marca também confirmou que o modelo oferece diversos assistentes de condução, como:
A Caoa Changan ainda não divulgou planos concretos para o lançamento dos veículos, nem informou se eles serão produzidos no Brasil ou se chegarão ao país apenas por importação.
Na China e em outros mercados, a Changan oferece não só carros elétricos, mas também modelos a combustão, híbridos e veículos alimentados apenas por bateria para mover as rodas.
Para além da parceria com a Changan, a Caoa possui uma fábrica no Brasil. A planta fica em Anápolis (GO) e foi inaugurada em 2007. De lá saem os modelos produzidos para com a também chinesa Chery, como os SUVs das linhas Tiggo 5, 7 e 8.
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Veículo é um crossover espaçoso, com 4,7 metros de comprimento e 2,8 metros de entre-eixos.
Dimensões colocam o modelo próximo de outros SUVs de sete lugares já vendidos no Brasil, como Chery Tiggo 8 e Jeep Commander.
Sob o capô, o CS75 Plus se diferencia dos modelos exibidos pela Caoa Changan no Salão do Automóvel de São Paulo.
Modelo utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, que entrega 192 cv e 31,6 kgfm de torque, ligado a um câmbio automático de oito marchas.
Depois do flagra de um Changan Uni-T camuflado em Santos (SP), outro SUV da marca chinesa foi visto, agora em São Paulo (SP): o CS75 Plus.
O utilitário é um crossover espaçoso, com 4,7 metros de comprimento e 2,8 metros de entre-eixos. As dimensões colocam o modelo próximo de outros SUVs de sete lugares já vendidos no Brasil, como Chery Tiggo 8 e Jeep Commander.
Changan CS75 Plus em testes em São Paulo (SP) — Foto: Raphael Martins/g1
Mesmo competindo com SUVs de sete lugares, o Changan CS75 Plus acomoda cinco ocupantes, o que favorece o espaço para as pernas e aumenta a capacidade do porta-malas.
Por fora, é possível identificar elementos que indicam forte semelhança deste camuflado com o Changan CS75 Plus:
Sob o capô, o CS75 Plus se diferencia dos modelos exibidos pela Caoa Changan no Salão do Automóvel de São Paulo. A razão está no conjunto mecânico: um motor a combustão, sem qualquer eletrificação.
O modelo utiliza um motor 1.5 turbo a gasolina de quatro cilindros, que entrega 192 cv e 31,6 kgfm de torque, ligado a um câmbio automático de oito marchas.
Por dentro, o CS75 Plus segue a linha aplicada por outras marcas chinesas em modelos eletrificados, com uso de materiais macios ao toque e visual minimalista, que esconde comandos do ar-condicionado, seletor de câmbio e até as portas USB.
Se por um lado parte dos comandos fica oculta, por outro o conforto recebe destaque em recursos bastante visíveis como:
A Changan não é nova no Brasil. A marca vendeu veículos comerciais leves entre 2006 e 2016, então sob o nome Chana Motors. Em 2011, adotou o nome Changan, antes de encerrar suas atividades no país.
O retorno da marca já vinha sendo especulado no mercado, e modelos da empresa foram flagrados em testes antes da confirmação, feita durante o Salão do Automóvel de São Paulo.
Apesar de compartilhar o prefixo Caoa, a nova marca atuará no Brasil junto da Caoa Chery. As duas dividirão o pavilhão de exposições do Salão do Automóvel, cada uma com seu próprio espaço, separados pelo estande da Honda.
Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre os primeiros carros, mas dois modelos subiram ao palco do Salão: Avatr 11 e 12. O primeiro é um SUV cupê urbano e luxuoso, enquanto o segundo é um sedã cupê com apelo mais esportivo, mas sem abandonar o requinte.
Para o Brasil, o único modelo com dados divulgados pela Changan foi o Avatr 11. Ele utiliza um conjunto elétrico com tração traseira que entrega 308 cv de potência e alcança até 730 km de autonomia com uma carga — segundo o ciclo chinês, sempre mais generoso que o Inmetro com os números.
A marca também confirmou que o modelo oferece diversos assistentes de condução, como:
A Caoa Changan ainda não divulgou planos concretos para o lançamento dos veículos, nem informou se eles serão produzidos no Brasil ou se chegarão ao país apenas por importação.
Na China e em outros mercados, a Changan oferece não só carros elétricos, mas também modelos a combustão, híbridos e veículos alimentados apenas por bateria para mover as rodas.
Para além da parceria com a Changan, a Caoa possui uma fábrica no Brasil. A planta fica em Anápolis (GO) e foi inaugurada em 2007. De lá saem os modelos produzidos para com a também chinesa Chery, como os SUVs das linhas Tiggo 5, 7 e 8.
De segunda a sábado, as notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail.
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