O Brasil encerra 2025 com um marco histórico na certificação digital. Dados do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) apontam que a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) superou a marca de 11 milhões de certificados digitais emitidos, acima dos 10,9 milhões registrados em 2024. A projeção é que o ano termine com aproximadamente 11.784.129 emissões, consolidando o maior volume da história do setor (dados registrados pelo órgão até 17/12/2025).
O Brasil continua ampliando o uso de certificados digitais em diferentes frentes, e os números divulgados pelo ITI reforçam essa tendência de crescimento contínuo. A projeção é que o volume de emissões e renovações siga aumentando conforme mais empresas digitalizam processos e ampliam sua maturidade em segurança e identidade digital
— Segundo o especialista José Luiz Vendramini, Sales Account Manager da Redtrust na América Latina, o cenário é bastante positivo. , avalia.
Ao longo de 2025, o avanço mais evidente foi a ampliação do uso da certificação digital em praticamente todos os segmentos da economia. De acordo com o executivo, setores como agronegócio, construção civil, saúde, instituições financeiras e serviços passaram a depender diretamente dos certificados para garantir conformidade, eficiência e segurança.
Observamos uma evolução significativa na postura das empresas: elas estão muito mais atentas à forma como gerenciam seus certificados. A preocupação com a proteção, o controle de uso e o gerenciamento adequado deixaram de ser opcionais e passaram a ser parte central das estratégias de segurança digital
— afirma.
Vendramini ressalta que a demanda por soluções de gestão foi impulsionada especialmente por setores regulados e de alto volume transacional. Para ele, instituições financeiras e fintechs, saúde, agronegócio e construção civil lideraram a procura por ferramentas robustas de administração e custódia.
Essas áreas passaram a exigir não apenas certificados, mas soluções capazes de controlar todo o ciclo de vida desses ativos
— explica.
As empresas já compreenderam que não gerenciar esses ativos de forma centralizada cria riscos operacionais, regulatórios e de segurança
— O aumento das exigências regulatórias também impactou diretamente o mercado. Em 2025, a Redtrust observou crescimento expressivo na procura por soluções de custódia e controle. .
Com normas mais rigorosas e auditorias mais frequentes, cresce a percepção de que o uso inadequado ou descontrolado de certificados pode gerar exposição significativa. Por isso, a automação do gerenciamento e a garantia de uso seguro tornaram-se prioridades
— acrescenta o especialista.
A Redtrust oferece ao mercado o modelo de custódia centralizada, que protege certificados em repositórios seguros, com controle granular de acesso, registro de auditoria e integração com aplicações críticas. Essa abordagem pode ser estratégica especialmente para organizações que precisam manter conformidade regulatória, evitar riscos de uso indevido e garantir continuidade operacional sem expor certificados diretamente às máquinas ou usuários.
Empresas de todos os setores e tamanhos deverão priorizar modelos mais seguros e eficientes de controle, impulsionadas tanto por requisitos regulatórios quanto pela necessidade de modernizar processos
— De acordo com Vendramini, as perspectivas para 2026 são de crescimento contínuo. , ressalta.
Do lado da Redtrust, a empresa projeta dobrar o número de clientes no país em 2026, com objetivo de refletir a maturidade crescente das organizações e a importância estratégica do tema.
Embora o mercado brasileiro viva um momento decisivo na evolução da segurança digital, a Redtrust segue comprometida em apoiar empresas ao oferecer uma solução robusta e com foco em acompanhar o ritmo de transformação digital do país.
A certificação digital já é uma realidade consolidada, mas agora entramos em uma nova fase: a de garantir que esses certificados sejam usados com controle, governança e visibilidade
— finaliza o Sales Account Manager da Redtrust na América Latina.
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