O gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso Master, não conta com delações premiadas para avançar nas investigações. A informação foi dada pelo próprio Mendonça a advogados de nomes investigados que o procuram.
As provas colhidas e em análise, além de novas frentes da investigação, são suficientes para fazer avançar o caso, acredita a equipe do gabinete de Mendonça. Além disso, há uma visão de que as delações são do interesse da defesa.
Investigações avançam sem delações
Parte do material apreendido ainda está em análise, como o primeiro celular de Daniel Vorcaro, dono do banco Master, apreendido em outubro de 2025, que ainda não teve seu conteúdo de quatro terabytes analisado por completo.
Caso Master,A PF conseguiu entrar no celular de Monteiro recentemente e acredita que as informações ali contidas vão ajudar no avanço das investigações.
O que está acontecendo no caso Master
A equipe que trabalha no caso tem um foco especial em um nome dentre todos os citados: o de Daniel Monteiro, advogado de Vorcaro e considerado o arquiteto da estratégia de distribuição e ocultação de recursos do então chefe e dono do banco.