O BV teve lucro de R$ 459 milhões no segundo trimestre, com queda de 4,4% sobre o trimestre anterior e alta de 26,5% na comparação anual. A margem financeira bruta caiu 2,5% no trimestre e aumentou 2,2% em um ano, para R$ 2,311 bilhões. O ROE atingiu 15,1%, ante 16,0% no primeiro trimestre e 11,1%, no mesmo período do ano passado.
“Num cenário de altas taxas de juros, mantivemos a eficiência e a disciplina na concessão de crédito, priorizando a qualidade da nossa carteira com produtos de crédito com garantia”, diz, em nota, Gustavo Sousa, que foi anunciado como novo CEO do BV em fevereiro e assumiu efetivamente em maio.
A carteira do BV aumentou 1,0% no trimestre e subiu 3,6% em um ano, a R$ 91,318 bilhões. Excluindo o efeito da venda de carteira de veículos leves usados por meio de duas emissões de FIDC, realizadas no quarto trimestre do ano passado e no segundo trimestre deste ano, o avanço teria sido de 7,6% em um ano. A inadimplência ficou em 5,5% em junho, de 4,9% em março e 4,5% em junho de 2024.
“O banco BV segue seu posicionamento histórico de, mesmo num cenário macroeconômico mais desafiador, equilibrar sua atuação entre o apoio aos seus clientes pessoa física e jurídica, ao mesmo tempo que gerencia a concessão de crédito de forma a preservar a rentabilidade e qualidade de seus ativos”, afirma Ronaldo Helpe, vice-presidente financeiro do banco BV.