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BRB busca reforçar patrimônio com emissão de ações e imóveis como garantia

O Banco de Brasília está em uma situação delicada após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master. Aqui, a estratégia para se recuperar!

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 26/02/2026 às 14:20 · Atualizado há 5 dias
BRB busca reforçar patrimônio com emissão de ações e imóveis como garantia
Foto: Reprodução / Arquivo

O Banco de Brasília (BRB) pretende emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias para captar dinheiro no mercado e reforçar o patrimônio da instituição.

Com essa emissão, o BRB espera aumentar seu capital social em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.

Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões.

Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões.

Além disso, o governo do Distrito Federal também tenta reforçar o patrimônio do BRB com outra medida: a entrega de nove imóveis públicos de grande porte, que poderiam ser vendidos ou usados como garantia em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.

Mecanismo de garantia

O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas.

O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado.

Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.

Lotes que serão entregues

SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)

SIA, Trecho Serviço Público, Lote GSIA, Trecho Serviço Público, Lote ISIA, Trecho Serviço Público, Lote HSIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB;

SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap;

Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década;

"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – o documento não diz o endereço com precisão.

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