O Banco de Brasília (BRB) pretende emitir até 1,67 bilhão de ações ordinárias para captar dinheiro no mercado e reforçar o patrimônio da instituição.
Com essa emissão, o BRB espera aumentar seu capital social em, no mínimo R$ 529 milhões – e, no máximo, R$ 8,86 bilhões de reais.
Hoje, o capital social do BRB é de R$ 2,34 bilhões.
Ou seja: se conseguir captar o montante máximo, o BRB passaria a um capital de R$ 11,2 bilhões.
Além disso, o governo do Distrito Federal também tenta reforçar o patrimônio do BRB com outra medida: a entrega de nove imóveis públicos de grande porte, que poderiam ser vendidos ou usados como garantia em um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões.
Mecanismo de garantia
O empréstimo, que pode inclusive ser tomado junto ao Fundo Garantidor de Crédito, é uma das hipóteses citadas pelo BRB no plano "preventivo" entregue ao Banco Central há duas semanas.
O objetivo é garantir que o banco permaneça sólido e não gere desconfianças no mercado.
Com essa garantia do governo do DF, o BRB teria condições de captar recursos em condições mais favoráveis – com juros menores, por exemplo – para dar mais consistência ao balanço patrimonial do banco, abalado após as transações mal-sucedidas para a compra do Banco Master, nos últimos anos.
Lotes que serão entregues
SIA, Trecho Serviço Público, Lote F – área pertencente à Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb)
SIA, Trecho Serviço Público, Lote GSIA, Trecho Serviço Público, Lote ISIA, Trecho Serviço Público, Lote HSIA, Trecho Serviço Público, Lote C – pertencente à CEB;
SIA, Trecho Serviço Público, Lote B – pertencente à Novacap;
Centro Metropolitano, Quadra 03, Conjunto A, Lote 01, em Taguatinga – é a sede do Centro Administrativo do DF, abandonada há mais de uma década;
"Gleba A" de 716 hectares, pertencentes à Terracap – o documento não diz o endereço com precisão.