A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro arrolou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira e Hamilton Mourão (Republicanos-RS), como testemunhas caso o Supremo Tribunal Federal (STF) entenda pelo recebimento da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) por tentativa de golpe de Estado e organização criminosa.
Todos os arrolados foram ministros durante a gestão de Bolsonaro no Palácio do Planalto. Além do governador e dos senadores, a defesa também pede a oitiva do ex-ministro e hoje deputado federal Eduardo Pazzuelo (PL-RJ).
Aliado político de Bolsonaro, Tarcísio é cotado para disputar as eleições em 2026 no lugar do ex-presidente, já declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 2030. O governador não é citado na denúncia da PGR sobre o plano de tentativa de golpe.
Além dos políticos, a defesa arrolou como testemunha o ex-comandante do Exército General Marco Antônio Freire Gomes.
Em depoimento à Polícia Federal, Freire Gomes confirmou que Bolsonaro apresentou uma minuta golpista aos comandantes das Forças Armadas e que na ocasião ameaçou prender o então presidente.
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