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Bolsas fecham em alta em NY com impulso do setor de energia após ataque à Venezuela

Os principais índices de ações de Nova York tiveram firme alta nesta segunda-feira (5), com o Dow Jones chegando a atingir a marca de 49 mil pontos durante o...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 05/01/2026 às 18:26 · Atualizado há 1 dia
Bolsas fecham em alta em NY com impulso do setor de energia após ataque à Venezuela
Foto: Reprodução / Arquivo

Os principais índices de ações de Nova York tiveram firme alta nesta segunda-feira (5), com o Dow Jones chegando a atingir a marca de 49 mil pontos durante o pregão e renovando seu recorde de fechamento no fim do dia. Investidores repercutem a invasão americana na Venezuela, que contribuiu para aumentar as incertezas geopolíticas no cenário econômico, mas também impulsionou as ações das petroleiras na sessão.

No fechamento, o índice Dow Jones subiu 1,23%, aos 48.977,43 pontos, o S&P 500 teve alta de 0,64%, aos 6.902,10 pontos, e o Nasdaq avançou 0,69%, aos 23.395,822 pontos. O setor de energia (+2,68%) apresentou forte valorização e liderou os ganhos durante o dia, com a perspectiva de que as empresas petrolíferas americanas devem se beneficiar da invasão na Venezuela. As ações da Chevron subiram 5,10%, as da Exxon Mobil tiveram alta de 2,25% e as da SLB dispararam 9,03%.

Instituições financeiras (+2,16%) e consumo discricionário (+1,93%) também tiveram altas expressivas, enquanto serviços públicos (-1,16%) apresentaram a maior queda.

Do ponto de vista dos mercados globais, vale destacar que choques geopolíticos, historicamente, tendem a não ter impactos duradouros

— comenta Jim Reid, do Deutsche Bank, sobre o bom desempenho do mercado de ações, apesar da incerteza geopolítica.

No momento, não acreditamos que a situação política na Venezuela seja uma fonte relevante de preocupação para os mercados nem um motivo de otimismo

— Na mesma linha, os estrategistas do UBS GWM apontam que o foco dos investidores tem estado mais voltado às notícias sobre inteligência artificial, resultados corporativos e a política monetária do Federal Reserve (Fed). , eles afirmam. "Embora os acontecimentos possam gerar volatilidade, esperamos que o foco permaneça nos fundamentos."

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