Publicidade
Capa / Econômia

Bolsas da Europa fecham sem direção única com acordo comercial entre UE e EUA no radar | Finanças

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 21/08/2025 às 13:08 · Atualizado há 11 horas
Bolsas da Europa fecham sem direção única com acordo comercial entre UE e EUA no radar | Finanças
Foto: Reprodução / Arquivo

As principais bolsas da Europa encerraram a sessão desta quinta-feira (21) sem direção única e com pouca variação nos índices. A atenção dos investidores ficou dividida entre a expectativa pelo Simpósio de Jackson Hole, do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), e a divulgação dos detalhes do acordo entre a União Europeia e os Estados Unidos. O índice FTSE 100, da bolsa de Londres, atingiu suas máximas históricas, diante de dados de endividamento em linha com o esperado.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em queda de 0,04%, aos 558,85 pontos, com o setor farmacêutico exibindo alta de 0,66%, enquanto o setor automotivo perdeu 0,62%. O índice FTSE 100 de Londres subiu 0,23% e atingiu a máxima histórica de fechamento de 9.309,20 pontos. O DAX de Frankfurt teve alta de 0,07%, aos 24.293,34 pontos e o Cac 40 de Paris perdeu 0,44%, aos 7.938,29 pontos.

O endividamento público do governo britânico correspondeu às previsões do mercado. Os empréstimos no período de abril a julho totalizaram 60 bilhões de libras (US$ 81 bilhões), um aumento de quase 7 bilhões de libras em relação ao ano anterior, mas em linha com a previsão de 59,9 bilhões de libras publicada pelo Escritório de Responsabilidade Orçamentária no início deste ano.

Para o presidente do Queen 's College, Mohamed El Erian, os dados representam um alívio para o Reino Unido, após uma série de surpresas decepcionantes que ameaçavam agravar a “já notável necessidade de novas medidas fiscais”.

O acordo comercial entre os Estados Unidos e a UE inclui a eliminação de todas as tarifas sobre bens industriais americanos e a aplicação pela Casa Branca da tarifa mais alta entre duas possibilidades: a tarifa de nação mais favorecida ou a tarifa de 15%.

Aeronaves, medicamentos genéricos e seus ingredientes e precursores químicos serão tarifados com a “tarifa de nação favorecida”, enquanto o setor automotivo trabalhará com uma alíquota de 15%. Os americanos também se comprometeram a não exceder a alíquota de 15% em relação às tarifas setoriais aplicadas no âmbito da seção 232.

— Foto: Alex Kraus/Bloomberg

Comentários (0)

Faça login ou cadastre-se para participar da discussão.

Seja o primeiro a comentar!

Publicidade