A Monsanto, subsidiária da Bayer, processou as fabricantes de vacinas contra a covid-19 Pfizer, BioNTech e Moderna na Justiça Federal de Delaware, nesta terça-feira (6), alegando uso indevido de sua tecnologia de RNA mensageiro na produção dos imunizantes, confirmou um porta-voz da Bayer.
As ações por violação de patente afirmam que as empresas copiaram tecnologia desenvolvida pela Monsanto na década de 1980 para fortalecer o mRNA em culturas agrícolas, a fim de estabilizar o material genético usado nas vacinas.
A Bayer também entrou com um processo semelhante contra a Johnson & Johnson na Justiça Federal de Nova Jersey, alegando que um processo baseado em DNA utilizado pela J&J na fabricação de suas doses infringiu a patente.
As queixas da Bayer se somam à rede de disputas judiciais sobre patentes envolvendo as vacinas contra a covid, incluindo uma ação movida pela Moderna contra a Pfizer em 2022. A Bayer não participou do desenvolvimento das vacinas contra a covid e não fabrica nem comercializa nenhuma versão delas.
A empresa pediu indenização por danos monetários não especificados e afirmou que não busca impedir a produção das vacinas.
Segundo relatórios das companhias, Pfizer e BioNTech faturaram mais de US$ 3,3 bilhões com as vendas globais da vacina Comirnaty em 2024, enquanto a Moderna obteve US$ 3,2 bilhões com a Spikevax — uma fração do que arrecadaram no auge da pandemia. A Johnson & Johnson deixou de vender sua vacina contra a covid nos Estados Unidos em 2023.
Nos processos, a Bayer afirma que cientistas da Monsanto foram pioneiros, nos anos 1980, em tecnologia para reduzir a instabilidade do mRNA e criar culturas mais resistentes a pragas. A empresa alega que Pfizer e Moderna utilizaram tecnologia para melhorar a estabilidade do mRNA que infringe uma de suas patentes.
Nesta terça-feira (6), o índice Dow Jones teve alta de 0,99%, aos 49.462,08 pontos, o S&P 500 subiu 0,62%, aos 6.944,82 pontos, e o Nasdaq avançou 0,65%, aos 23.547,173 pontos
Decisão ocorre em um cenário de incerteza sobre o futuro das operações no Brasil
Ações afirmam que as empresas copiaram tecnologia desenvolvida pela Monsanto, subsidiária da Bayer, na década de 1980 para fortalecer o mRNA em culturas agrícolas
piores momentos da história da América Latina e Caribe
— Segundo o representante do Brasil na OEA, o ataque abre um “precedente perigoso”, que viola o direito internacional e lembra os
O Valor apurou que o Mauá quer montar uma plataforma de marcas de moda no país
Apesar dos avanços, agência destacou a importância de maior desenvolvimento da infraestrutura para que a experiência seja como o "um clique" do e-commerce
Sessão é marcada por agenda esvaziada e maior apetite por risco
Em outra frente, as ações da Novo Nordisk saltaram depois que a empresa anunciou que seus comprimidos de emagrecimento Wegovy chegaram às farmácias nos EUA
Movimento foi interpretado por operadores de câmbio como um ajuste de posição no começo do ano