O Banco Central decidiu mudar a regra do compulsório para pagar conta do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) em cerca de R$ 30 bilhões em 2026. O objetivo é recompor o patrimônio do FGC, que foi golpeado pela crise do Banco Master e das instituições financeiras ligadas a ele.
Com a liquidação do Banco Master e das instituições financeiras ligadas a ele, parte dos recursos do FGC teve que ser utilizada para ressarcir os correntistas. As liquidações do conglomerado, incluindo a do próprio Master, do Will Bank e do Pleno, devem consumir R$ 51,8 bilhões em pagamentos a clientes e investidores afetados.
Antes do caso vir à tona, o FGC possuía patrimônio de R$ 160 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões correspondiam a recursos líquidos em caixa, para o exercício de sua atividade.
A medida visa garantir a proteção dos correntistas e manter a confiança no sistema financeiro.