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Banco Central mantém política de juros restritiva devido à guerra no Oriente Médio

O Banco Central afirma que a eclosão da guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil e manteve a política de juros.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 24/03/2026 às 09:01 · Atualizado há 2 horas
Banco Central mantém política de juros restritiva devido à guerra no Oriente Médio
Foto: Reprodução / Arquivo

O Banco Central avaliou que a eclosão da guerra no Oriente Médio piorou as perspectivas para a inflação no Brasil, diante do aumento no preço do petróleo e o seu eventual repasse aos combustíveis.

Segundo a instituição, a política de juros terá de se manter 'contracionista', ou seja, restritiva, e esse foi o objetivo da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), quando a taxa básica de juros foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano.

Consequências da política de juros

Essa política deve ter um impacto na economia, considerando que o ciclo de cortes de juros pode ser mais contido do que era previsto antes do início da guerra no Oriente Médio.

Impacto na inflação

As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes.

Cycle de calibração

Segundo o Banco Central, o ciclo de calibração será determinado ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.

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