Os papéis da companhia aérea Azul caíam mais de 60% no fim da manhã desta quinta-feira (8), após passarem por leilão na B3. Por volta do meio-dia, a queda era de 62,20% para R$ 96,38.
Na véspera, as ações da aérea fecharam em baixa de 54,37%, cotadas a R$ 255,00, na maior queda do mercado, após a companhia homologar uma oferta de ações de R$ 7,4 bilhões.
Na noite de terça-feira (6), a empresa, que está em recuperação judicial nos Estados Unidos, homologou uma oferta de R$ 7,44 bilhões com a emissão de 723,8 bilhões de novas ações ordinárias e 723,8 bilhões ações preferenciais.
Acionistas minoritários da Azul foram amplamente diluídos com a oferta de ações.
Desde o último dia 23 de dezembro, as ações preferenciais da Azul vêm sendo negociadas sob o código “AZUL54”, com cada papel representando um lote padrão de 10 mil ações, refletindo a conversão de dívidas em ações.
Empresa vai operar três linhas principais de negócios, Cloud e IA, Edge, que inclui seus dispositivos móveis e produtos para PCs, e IA física, que abrigará negócios automotivos
Mal-estar com futuro presidente da CVM e desdobramentos do caso do Banco Master também chamam a atenção dos investidores
Empresa quer estabelecer uma instituição voltada à custódia de ativos digitais e à conversão de stablecoins
Investidores também repercutem dados macroeconômicos divulgados hoje, enquanto aguardam o relatório de empregos ("payroll") que será divulgado amanhã
Segundo jornal americano, empresas americanas não estariam dispostas a investir no longo prazo em um país sem estabilidade política
Projeto de lei aprovado pelo Congresso reduz penas de condenados por tentativa de golpe
Declarações do ministro respondem a decisão do Congresso de aprovar o PL da dosimetria, que tende a beneficiar, principalmente, Jair Bolsonaro, preso por tentar um golpe de Estado
a dimensão pública assumida pelo caso, com contornos desproporcionais
— Ministro diz que poderia decidir monocraticamente, mas recomenda que o assunto seja deliberado pelo plenário da Corte