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Anistia: Líder do PL agradece ajuda de deputado convidado para ser ministro de Lula | Política

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 11/04/2025 às 15:31 · Atualizado há 5 dias

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), agradeceu a ajuda do líder do União Brasil na Casa legislativa, Pedro Lucas Fernandes (MA), para conseguir as assinaturas necessárias para o pedido de urgência ao projeto de lei que quer anistiar os manifestantes do atos golpistas do 8 de janeiro de 2023. Fernandes havia sido convidado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assumir o Ministério das Comunicações, mas afirmou nesta sexta-feira (11) que ainda não decidiu se aceitará a proposta.

Em entrevista coletiva nesta manhã, Sóstenes afirmou que o União Brasil foi o partido que mais apoiou o requerimento para o PL da Anistia e disse que isso foi resultado do “brilhante trabalho” de Fernandes.

“Nós temos como um grande aliado, nesta luta toda, o presidente [Antonio] Rueda, do partido União Brasil, bem como o seu líder na Câmara dos Deputados, que fez um brilhante trabalho junto conosco. [O União Brasil] é o segundo partido que mais assinaturas deu para essa luta”, disse Sóstenes.

No início, o líder do PL optou por não citar nominalmente Fernandes, mas, ao ser questionado se falava do deputado convidado para ser ministro do Lula, confirmou que sim. O parlamentar do Maranhão é cotado para assumir a vaga que era de seu colega de partido Juscelino Filho (União-MA), que deixou a pasta após ser denunciado por suspeita de desvio de emendas parlamentares.

Ao anunciar ter conseguido mais de 260 assinaturas para a urgência do PL da Anistia, Sóstenes afirmou que o requerimento teve apoio de parlamentares da base do governo e da esquerda. Em seguida, o deputado disse que firmou um compromisso para que os parlamentares ligados a Lula não fossem expostos.

“Foram poucas assinaturas, mas também temos assinaturas de partidos de esquerda, que pediram que não fossem expostos”, disse Sóstenes. “Tenho pedidos, não só de parlamentares de esquerda, como parlamentares de partido de centro que estão na base do governo, para não expor os seus nomes.”
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“A gente não vai divulgar os nomes, para proteger, até que a gente consolide uma ampla maioria”, completou, dizendo que pretende fazer isso só após o rol passar de 280 nomes.

O deputado afirmou que o requerimento teve apoio, além do União Brasil, de parlamentares do PP, PSD e Republicanos — que são siglas que ocupam posições no primeiro escalão do governo federal.

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