Fontes envolvidas nas investigações das supostas fraudes no Banco Master estão procurando identificar a origem dos recursos que estão financiando o exército de influenciadores digitais que fazem campanha contra a liquidação da instituição financeira.
Informações preliminares colhidas pela equipe envolvida na investigação apontam que, dependendo do peso do influenciador contratado, os custos da campanha podem chegar à casa dos R$ 2 milhões.
A preocupação das investigadores é evitar que recursos do Banco Master que devem ressarcir credores sejam usados para outros fins.
O detalhe: desde a liquidação do Banco Master, o Banco Central decretou a indisponibilidade de bens da própria instituição financeira, de empresas a ela ligadas, dos controladores e de administradores e ex-administradores.
A lista de pessoas que tiveram a indisponibilidade de bens decretada inclui o controlador do Master, Daniel Vorcaro. Esse é um desdobramento automático da decretação da liquidação da instituição financeira e visa a criar salvaguardas para reduzir eventuais prejuízos a depositantes e outros credores.
Em tese, o dono do banco pode vir a ser chamado a responder com bens pessoais caso a falência de uma instituição bancária tenha sido causada por fraudes, como desvio de dinheiro dos depositantes.
O Banco Central já fez duas comunicações ao Ministério Público com fortes indícios de fraudes. Uma delas, em julho de 2025, envolve R$ 12,2 bilhões na venda de carteira de crédito supostamente fabricada para o Banco de Brasília (BRB).
Outra, comunicada ao MP em novembro de 2025, envolve a suposta simulação de R$ 11,5 bilhões em empréstimos para desviar recursos dos bancos para “laranjas”, que teriam o envolvimento da gestora Reag.
Nesse último caso, o Banco Central alertou o MP sobre a necessidade de congelar os valores depositados nas contas dos supostos “laranjas” para evitar que os recursos desapareçam ou sejam usados para outros fins que não sejam o de ressarcir os credores da massa falida.
volume atípico de postagens com menções à entidade e seus representantes
— Ontem, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou uma nota em que diz que, no monitoramento que faz periodicamente em postagens em redes sociais, identificou, desde o fim de dezembro, .
Foi uma referência indireta aos ataques que influenciadores têm feito às entidades que representam as instituições financeiras de diversos segmentos, que têm se posicionado contra iniciativas para tentar reverter a liquidação extrajudicial do Master.
O Banco Central também tem sido alvo direto dessas campanhas, que fazem ataques pessoais sem fundamentação contra dirigentes da instituição que liquidou e participa da apuração das supostas fraudes no Master.
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