A alta do dólar caminha para se tornar mais uma fonte de pressão inflacionária relevante, num momento em que o mercado de trabalho aquecido permite aumentos maiores dos preços de serviços e as cotações dos alimentos passaram a subir com mais força, especialmente devido a problemas climáticos. Com as incertezas persistentes sobre a trajetória das contas públicas e o cenário externo adverso para países emergentes, a moeda americana saiu de R$ 5,4469 no fim de setembro para R$ 5,8698 na sexta-feira (1º), uma alta de 7,8%. No ano, o salto do dólar já é de 21%.
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