O escritor, líder indígena e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) Ailton Krenak está preocupado com os desdobramentos da Conferência do Clima que o Brasil sediará em novembro, em Belém (PA). Sem titubear, ele alerta que o evento pode estar se reduzindo a um balcão de negócios, onde o mercado assume a liderança dos principais debates climáticos e da agenda que, segundo ele, só o Brasil seria capaz de entoar.