um passo histórico no marco do relacionamento entre as duas regiões
— O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) comemorou a aprovação, pelo Conselho Europeu, do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Em comunicado, a think tank exaltou que o pacto, negociado ao longo de 25 anos, é .
O acordo foi aprovado na sexta-feira (9) pelos embaixadores do bloco europeu. De acordo com o Cebri, o Brasil se beneficiará do pacto pelo acesso que ele garantirá ao mercado da Europa, segundo maior parceiro comercial do país.
Para o Brasil, o acordo representa o potencial de ampliação de acesso a um mercado altamente relevante. A UE é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, correspondendo a 14,3% das exportações brasileiras e 17,9% das importações em 2025. A UE é também o principal investidor estrangeiro no país, responsável por cerca de 40% do estoque total de IED [investimento estrangeiro direto], com US$ 495 bilhões [segundo dados de 2023]
— diz a nota da think tank.
A relevância do acordo fica evidente, desde logo, por sua magnitude. Trata-se da criação de uma zona de livre-comércio que congrega 722 milhões de pessoas, com um PIB total agregado de cerca de US$ 34 trilhões, em paridade de poder de compra
— continua o comunicado.
Para entrar em vigor, o acordo ainda precisa ser aprovado pelo Congresso de cada país do Mercosul e pelo Parlamento Europeu.
O texto é assinado pelo presidente do conselho curador do Cebri, o ex-presidente do BNDES José Pio Borges, e pelo conselheiro consultivo internacional da instituição, Roberto Jaguaribe, ex-presidente da Apex. Os dois reforçam que o acordo Mercosul-UE também pode abrir oportunidades de investimento para parceiros de outras regiões.
É possível vislumbrar também a real perspectiva de que as complementaridades econômicas entre os dois blocos favoreçam investimentos em cadeias produtivas globalmente competitivas, que se beneficiem, por um lado, da abundância de energia renovável e de matéria-prima de baixo custo, inclusive minerais estratégicos, do Mercosul e, por outro, do potencial de investimentos, da tecnologia e do alcance das empresas globais da Europa
— afirma também o comunicado.
em favor da democracia, da sustentabilidade, dos direitos humanos e da defesa do multilateralismo e de um ordenamento e governança globais, baseados no direito internacional, num momento em que esses valores se encontram claramente ameaçados.
— Na avaliação do Cebri, o acordo ainda mostra a convergência das duas regiões
Por fim, o centro de estudos afirma que está à frente da implementação de um projeto financiado pela União Europeia e apoiado pela Apex cujo objetivo é fortalecer as relações econômicas da UE com o Brasil.
De acordo com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o Brasil se beneficiará do pacto pelo acesso que ele garantirá ao mercado da Europa, segundo maior parceiro comercial do país
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