As ações da Azul despencavam 29,3%, cotadas em R$ 395, na maior queda do mercado na tarde desta quarta-feira (7), após a companhia homologar uma oferta de ações de R$ 7,4 bilhões.
Na noite de terça-feira (6), a companhia aérea, que está em recuperação judicial nos Estados Unidos, homologou a oferta de R$ 7,44 bilhões com a emissão de 723,8 bilhões de novas ações ordinárias e 723,8 bilhões ações preferenciais.
O giro das ações hoje, por volta das 14h40, era de R$ 4,82 milhões, alcançando o volume de R$ 6,65 milhões que foi negociado durante a sessão de ontem. No ano até agora, os papéis acumulam queda superior a 77%.
Com a conclusão da operação para converter dívida de credores, o novo capital social da Azul é de R$ 14,5 bilhões, sendo dividido em 725.990.305.836 ações ordinárias e 724.757.380.468 ações preferenciais.
Acionistas minoritários da Azul foram amplamente diluídos na oferta de ações, com analistas calculando, na época que o plano foi divulgado, que as participações poderiam ser reduzidas em até 100% pelo volume de ações emitidas.
Desde o dia 23 de dezembro, as ações preferenciais da Azul vêm sendo negociadas sob o código “AZUL54”, com cada papel representando um lote padrão de 10 mil ações, refletindo a conversão de dívidas em ações.
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