Medicamentos para emagrecer porquê o Ozempic, Mounjaro e o Wegovy já dominaram o mundo: 1 em cada 8 americanos relata já ter usado pelo menos um deles, e o Brasil é o segundo país que mais pesquisa pelos remédios na internet. Agora, a febre do emagrecimento pode estar prestes a chegar para os Toms, Lunas e Ninas do Brasil.
A Okava Pharmaceuticals, uma companhia farmacêutica de São Francisco, nos EUA, anunciou que está testando um medicamento análogo ao GLP-1 para tratar a obesidade em gatos – o primeiro uso veterinário dessa abordagem até agora. Os primeiros resultados devem trespassar no meio de 2026.
Ozempic, Mounjaro e outros medicamentos do tipo são conhecidos porquê “análogos de GLP-1” porque imitam a atuação do GLP-1, um hormônio produzido naturalmente no nosso tripa. Eles foram desenvolvidos para o tratamento do diabetes e se popularizaram porquê ferramentas eficazes para a perda de peso e o combate à obesidade.
Em humanos, eles são aplicados geralmente por meio de “canetas”, com injeções periódicas. Para a versão pet, porém, a empresa está testando uma abordagem dissemelhante: os gatos receberão um pequeno implante injetável que irá liberar o medicamento em seus corpos aos poucos, ao longo de seis meses.
A envoltório implantável contém a molécula exenatida, que é usada em humanos para tratar o diabetes. Não é a mesma que a semaglutida (usada no Ozempic), mas são parecidas.
A teoria do teste, que foi chamado de MEOW-1, é atingir murado de 50 gatos participantes, sendo que uma secção receberá o medicamento e outra parcela tomará somente um placebo.
O objetivo do experimento não é encaixar os bichanos num padrão de venustidade; a teoria é combater a obesidade entre os pets, que pode ser bastante prejudicial à saúde felina. Hoje, não há tratamentos veterinários específicos para a exigência além de dieta e exercícios físicos – uma estratégia de longo prazo que nem sempre é viável de se manter.
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Os análogos de GLP-1 mandam o pâncreas aumentar a produção de insulina, sinalizam para o estômago segurar a comida por lá (aumentando a sensação de saciedade) e avisam o hipotálamo que não precisamos mais sentir miséria.
Ainda há poucos estudos sobre o uso dessas moléculas em animais domésticos, mas os dados preliminares mostram que eles parecem funcionar da mesma forma nos pets. Alguns veterinários já começaram a empregar as mesmas injeções feitas para humanos em cachorros e gatos de forma “off label”, isto é, fora da bula, a término de tratar obesidade e diabetes. No entanto, ainda não há uma formulação específica para o uso veterinário.
Se os resultados do primeiro teste derem notório, outros estudos maiores deverão ser feitos antes da empresa poder pedir autorização da FDA, a Anvisa americana, para vender o medicamento no mercado.
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