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Conheça os quatro rivais de “Ainda Estou Aqui” no Oscar de Melhor Filme Internacional

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 12/02/2025 às 14:00 · Atualizado há 5 dias
Conheça os quatro rivais de “Ainda Estou Aqui” no Oscar de Melhor Filme Internacional
Foto: Reprodução / Arquivo

Emília Perez

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Divulgação

Musical sobre uma chefe de cartel que foge das autoridades para completar sua transição de gênero. O filme tem 13 indicações ao Oscar (o recorde são 14), mas foi criticado por alimentar estereótipos latinos e da comunidade trans. A atriz principal, Karla Sofía Gascón, deixou a campanha do prêmio após tuítes preconceituosos dela virem à tona. Emília Perez é o terceiro indicado da França que não é falado em francês. O primeiro foi Orfeu Negro (1959), filmado no Brasil; o outro foi Mustang (2015), que é em turco.

Flow

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Divulgação

Após uma grande enchente, um gato precisa unir forças com outros animais para encontrar um novo lar. Feita com orçamento enxuto e um software gratuito, a animação marca a estreia da Letônia no Oscar. Virou um fenômeno no país – e tem influenciado investimentos do governo no setor audiovisual. “Há pôsteres de Flow por todo lugar e pessoas fazendo grafite de gato nas ruas”, disse ao site Deadline o diretor Gints Zilbalodis, que também assina a trilha sonora do filme.

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A Semente do Fruto Sagrado

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Divulgação

Iman é um juiz de instrução do Irã que entra em conflito com sua esposa e filhas depois que sua arma desaparece. O filme intercala ficção com imagens reais dos protestos de 2022 contra o regime totalitário do país e a violência contra as mulheres. O diretor Mohammad Rasoulof, condenado à prisão por críticas ao governo, teve que acompanhar as filmagens a distância para que não descobrissem que ele estava trabalhando. O longa foi finalizado na Alemanha – Rasoulof fugiu para lá para evitar represálias.

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A Garota da Agulha

<span class="hidden">–</span>Reprodução/Divulgação

Na Copenhague pós-Primeira Guerra, a operária Karoline não tem dinheiro para cuidar do filho recém-nascido. Decide, então, entregá-lo para o lar temporário ilegal de Dagmar Overbye. O filme vem de uma história real: Overbye foi uma serial killer que matava as crianças entregues a ela. Seu caso veio à tona em 1920 e influenciou o governo a endurecer as leis de registro de nascimentos e adoções. Dagmar foi condenada à prisão perpétua e morreu em 1929.

Infográfico com indicações e prêmios, de filmes estrangeiros, na premiação do Oscar.
<span class="hidden">–</span>Arte/Superinteressante
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