Uma novidade pesquisa indica que o rugido de um leão-africano é mais multíplice do que pensávamos. Cientistas identificaram um tipo de vocalização até portanto não classificada, o “rugido intermediário”, que pode se tornar uma instrumento crucial para proteger uma espécie em vertiginoso declínio.
A invenção, conduzida por pesquisadores da Universidade de Exeter, surge em um momento crítico. De congraçamento com a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza, os leões estão vulneráveis à extinção. A população de leões selvagens na África está estimada entre 22 milénio e 25 milénio indivíduos, metade do registrado há somente 25 anos. A perda e fragmentação de habitat, a redução de presas e conflitos com comunidades locais continuam diminuindo seu território físico – e agora, sugere o estudo, também afetando o modo porquê interpretamos sua paisagem sonora.
O estudo utilizou lucidez sintético para qualificar maquinalmente os sons emitidos pelos leões durante uma sequência de vocalizações que incluem gemidos, rugidos e grunhidos. Foi nesse processo que os pesquisadores identificaram três tipos distintos de sons: os já conhecidos rugidos de gasganete enxurro (full-throated roars), os grunhidos, e o rugido intermediário, um som mais projecto e com menor variação.
“Minha novidade pesquisa sugere que, na verdade, ele [o rugido] deveria ser separado em duas vocalizações distintas”, explicou o responsável principal, Jonathan Growcott, em um cláusula para o The Conversation.
Leões machos e fêmeas produzem o que os cientistas chamam de “disputa de rugidos”. Cada uma começa com uma série de gemidos suaves, depois fazem uma sequência de rugidos intermediários e de gasganete enxurro, que finalmente se transformam em uma repetição de grunhidos. Todo esse show pode resistir de 30 a 45 segundos.
O rugido intermediário sempre ocorre depois o rugido referto, mas, apesar dessa repetição comportamental, sua forma acústica é nitidamente dissemelhante. A IA identificou com 95,4% de precisão o tipo de vocalização, superando a estudo humana e reduzindo um fator frequentemente problemático: o viés subjetivo do perito.
“O rugido de um leão é uma assinatura única”, explicou Growcott para o The Conversation. Um estudo anterior, orientado pelo responsável, revelou que o rugido de cada leão é tão individual quanto o padrão de manchas de um leopardo.
Agora, com a novidade pesquisa, descobriu-se que rugidos de gasganete enxurro podem ser usados para identificar indivíduos com 94,3% de precisão – um salto de mais de 2% em relação ao método tradicional fundamentado em seleção humana dos sons. Esse progresso pode ajudar a prezar a densidade populacional sem depender de observações visuais difíceis e custosas.
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Monitorar leões pelo som não é somente útil, é estratégico. Porquê os rugidos servem para demarcar território, conversar localização e coordenar movimentos dentro da alcateia, eles funcionam porquê uma espécie de planta auditivo da savana. Entender esse planta pode ajudar a mandar áreas prioritárias para conservação – e talvez prever conflitos entre grupos de leões ou entre leões e humanos.
Ainda não está simples qual é o significado comportamental do rugido intermediário. Cientistas há muito especulam que os rugidos transmitam informações sobre o tamanho do grupo, idade e identidade, mas a função de nuances específicas permanece um mistério. “Sem um Dr. Dolittle para transcrever cada rugido, ainda estamos interpretando esses sons às cegas”, brinca o pesquisador ao The Conversation.
Enquanto a tradução completa do “linguagem dos leões” parece distante – e definitivamente não deve manar no Duolingo tão cedo – a invenção reforça a teoria de que a savana é mais ruidosa, estruturada e sofisticada do que aparenta. E que, para proteger esse ecossistema, será necessário ouvir com mais atenção.
Para Growcott, essa pesquisa aponta um caminho. “Acreditamos que é necessária uma mudança de paradigma no monitoramento da vida selvagem e uma transição em larga graduação para o uso de técnicas acústicas passivas”, afirma em expedido. Técnicas passivas de bioacústica, aliadas à lucidez sintético, prometem revelar padrões antes invisíveis – ou inaudíveis – aos cientistas e “se tornará vital para a conservação eficiente de leões e outras espécies ameaçadas.”
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