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Brasil recebe 3 milhões de doses da vacina da J&J na terça-feira, diz Queiroga

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 12/06/2021 às 22:38 · Atualizado há 9 horas
Brasil recebe 3 milhões de doses da vacina da J&J na terça-feira, diz Queiroga
Foto: Reprodução / Arquivo

O ministro fez o anúncio após a agência reguladora dos Estados Unidos FDA (Food and Drugs Administration) autorizar a vinda das doses ao Brasil e ampliar a validade dos imunizantes de 27 de junho para 8 de agosto. Além disso, disse o ministério, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve avaliar nesta semana pedido da Janssen por uma prorrogação maior da validade das doses.

Essas vacinas devem chegar no Brasil na terça-feira (15) pela manhã

— disse Queiroga em entrevista coletiva na sede da pasta, lembrando que, ao contrário das vacinas contra Covid-19 hoje em uso no Brasil, o imunizante da Janssen é de dose única, o que significa que, com essas doses que chegarão, 3 milhões de pessoas terão o esquema vacinal completo ao recebê-las.

O ministro afirmou que as doses da vacina da Janssen virão da unidade que produz doses do imunizante em Baltimore, nos EUA, a mesma planta onde foram registrados problemas de contaminação que levaram a FDA a pedir que a farmacêutica descartasse cerca de 60 milhões de doses da vacina.

Queiroga disse, no entanto, que a vinda das vacinas ao Brasil foi autorizada pelo órgão regulador norte-americano e que portanto, elas são seguras.

Essas doses são seguras. As autoridades sanitárias americanas são rigorosas e a nossa Anvisa também, de tal maneira que podemos atestar que é algo seguro e que o brasileiro poderá usar essas doses com segurança

— garantiu o ministro.

Também presente na entrevista coletiva, o secretário-executivo do ministério, Rodrigo Cruz, afirmou que houve um desconto de 25% no contrato da Janssen com o governo brasileiro, que prevê a compra de 38 milhões de doses de vacinas da marca, o que implicará em uma redução de R$ 480 milhões em relação ao valor previsto inicialmente.

Segundo ele, isso se deveu à decisão da farmacêutica de não lucrar com este primeiro contrato e à evolução do processo de fabricação, que a levou a perceber que o custo de produção será menor do que o previsto originalmente. (Com Reuters)

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