Ainda de consonância com Barreto, o perfil dos criminosos é variado. Foram identificados homens e mulheres, estudantes, advogados, profissionais da saúde e até educadores. "Teve um técnico de enfermagem que recluso na Operação Peter Pan, em São Paulo, por armazenar pornografia infantil no computador de morada e, desta vez, foi recluso de novo, mas com os arquivos no trabalho", disse.