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G1 - Professora da Unifor realiza pesquisa inovadora na área de farmacologia

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 27/11/2025 às 04:48 · Atualizado há 1 dia
G1 - Professora da Unifor realiza pesquisa inovadora na área de farmacologia
Foto: Reprodução / Arquivo
A professora Adriana Rolim (meio) realizou o estudo no Núcleo de Biologia Experimental da Unifor com a participação de alunos

O uso de mamíferos em testes científicos sempre foi muito discutido. Logo, um padrão experimental que vem se popularizando em todo o mundo, está chegando ao Ceará pelas mãos de professores e alunos da Pós-Unifor. Os zebrafish, ou peixes-zebra, que possuem 70% de homologia genética com os seres humanos estão sendo usados no Núcleo de Biologia Experimental (Nubex) da Unifor, e se espera que, gradativamente, o uso de roedores seja reduzido.

A professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas e Saúde Coletiva da Universidade, Adriana Rolim, explica que o uso dos zebrafish é um tendência mundial e que, no Brasil, começou a se popularizar a partir de testes realizados em universidades da Região Sul. “O uso desse peixe é uma importante instrumento para a realização de estudos bioquímicos, comportamentais e toxicológicos, já que eles possuem um rápido metabolismo e grande sensibilidade a fármacos, além das similaridades genéticas com os seres humanos”, afirma ela.

A pesquisa, iniciada no Núcleo de Biologia Experimental (Nubex) já conta com a participação do professor Ramon Raposo e vários alunos de iniciação científica, mestrado, doutorado e pós-doutorado. Outros professores da Universidade, porquê Danielle Súcia, estão iniciando as pesquisas utilizando o peixe-zebra.

Ainda de contrato com a professora Adriana Rolim, há conhecimento de unicamente um trabalho com zebrafish realizado por um pesquisador cearense, no entanto, os testes foram na China. “Ao que tudo indica, no Ceará, somente a Unifor hoje realiza testes de eficiência pré-clínica em Zebrafish. Isto é muito gratificante, pois além de estarmos contribuindo para o desenvolvimento científico, estamos contribuindo para atender a uma demanda mundial da sociedade. 

O aluno Caio Prata, do Mestrado em Ciências Médicas, foi um dos alunos que participou da implantação desse padrão de pesquisa no Nubex e, afirma, ser uma realização pessoal e profissional participar de um projeto que é pioneiro em sua região. “Escolhemos os peixes-zebra por serem uma tendência no mundo e recebemos muito espeque da Unifor. Iniciamos porquê um padrão experimental e agora a pesquisa já está muito avançada. Essa ajuda à pesquisa é fundamental para o desenvolvimento de um projeto porquê oriente”, finaliza.

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