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Terrorista que tentou explodir aeroporto de Brasília está foragido

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 17/07/2025 às 15:52 · Atualizado há 1 semana
Terrorista que tentou explodir aeroporto de Brasília está foragido
Foto: Reprodução / Arquivo

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Por Cleber Lourenço

O empresário bolsonarista George Washington de Oliveira Sousa, denunciado por envolvimento no atentado frustrado com explosivos nas imediações do aeroporto de Brasília em 24 de dezembro de 2022, está foragido. A informação consta de despacho assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, relator da Petição 12.445 no Supremo Tribunal Federal (STF), publicado nesta quinta-feira (16), no qual se lê: “Tendo em conta o fato de que o denunciado está foragido e, portanto, encontra-se em local incerto e não sabido, determino a notificação do denunciado George Washington de Oliveira Sousa por edital”.

No mesmo despacho, Moraes recorda que a prisão preventiva foi decretada em 24 de junho a pedido da Procuradoria-Geral da República, pelos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de Estado e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

“Em 24/6/2025, acolhi a manifestação da Procuradoria-Geral da República e decretei a prisão preventiva de Alan Diego dos Santos Rodrigues, George Washington de Oliveira Sousa e Wellington Macedo de Souza”, escreve o ministro.

George Washington de Oliveira Sousa (Foto: PC-DF)

Outros terroristas

Ao relatar a situação dos outros réus, Moraes destaca que Alan Diego está preso na Cadeia Pública de Comodoro (MT) e Wellington Macedo na Penitenciária do Distrito Federal II. Em relação a George Washington, por estar em local incerto e não sabido, o STF determinou que a notificação seja feita por edital, com prazo de 15 dias para resposta à acusação.

O despacho também associa os fatos investigados às operações Lesa Pátria e Nero: “para fins de verificação de eventual competência desta SUPREMA CORTE para processar e julgar o feito, em razão da correlação dos fatos com aqueles apurados na Operação Lesa Pátria e na Operação Nero”, registra o documento

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