Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e o filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de 11 anos, morreram após sofrerem uma descarga elétrica na área da piscina de uma pousada em Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, no domingo (4).
Mãe e filho eram naturais do estado de São Paulo e passavam as férias no município alagoano.
Os corpos chegaram ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na terça-feira (6). O velório e o sepultamento ocorreram na manhã de quarta-feira (7), no Cemitério Parque dos Girassóis, no bairro de Parelheiros, na Zona Sul da capital paulista.
Inicialmente, a suspeita era de afogamento, mas a hipótese foi descartada após perícia do Instituto Médico Legal (IML), que apontou descarga elétrica como causa das mortes.
Luciana Klein e o filho, Arthur Klein, mortos após choque em piscina em pousada de Maragogi — Foto: Reprodução/Redes sociais
Descrita por vizinhos como uma mulher alegre, brincalhona e sempre de bom humor, Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, morreu ao lado do filho, Arthur Klein Helfstein Alves, de 11 anos, após sofrerem uma descarga elétrica na área da piscina de uma pousada em Maragogi, no Litoral Norte de Alagoas, no domingo (4).
Ela estava sempre contente. Nunca vi a Luciana triste. Era do tipo que estava sempre rindo e brincando
— contou uma vizinha da família, que preferiu não se identificar. Mãe e filho eram naturais do estado de São Paulo e passavam as férias no município alagoano.
Luciana e Arthur estavam hospedados na Pousada Almaré, onde o caso aconteceu. Segundo pessoas próximas à família, a viagem tinha como objetivo aproveitar as férias escolares e descansar.
Luciana trabalhava como motorista de aplicativo e morava na capital paulista com o filho e uma irmã. Ela deixa os pais, 11 irmãos e o namorado, que também participava da viagem.
Os corpos chegaram ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na terça-feira (6). O velório e o sepultamento ocorreram na manhã de quarta-feira (7), no Cemitério Parque dos Girassóis, no bairro de Parelheiros, na Zona Sul da capital paulista.
Inicialmente, a suspeita era de afogamento, mas a hipótese foi descartada após perícia do Instituto Médico Legal (IML), que apontou descarga elétrica como causa das mortes.
À Polícia Civil de Alagoas, o companheiro de Luciana informou que o casal havia percebido problemas no chuveiro elétrico do quarto onde estavam hospedados. Enquanto ele se dirigia à administração da pousada para relatar a situação, Luciana e Arthur foram até a área da piscina.
Ao notar a demora dos dois, o homem decidiu procurá-los e encontrou mãe e filho já sem vida, submersos na piscina do estabelecimento.
Antes da conclusão do laudo do IML, a pousada divulgou nota classificando o episódio como um “trágico incidente” e manifestando solidariedade aos familiares e amigos das vítimas. O estabelecimento afirmou ainda que adotou todas as providências cabíveis e que estava colaborando com as autoridades.
Após a divulgação oficial da causa da morte, o g1 tentou novo contato com a administração da pousada, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.
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