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Prefeitura sanciona lei que proíbe instalação de kits de praia no Porto da Barra, em Salva

A prefeitura de Salvador sancionou a lei que proíbe a colocação antecipada de kits de praia na faixa de areia da Praia do Porto da Barra, em Salvador.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 17:56 · Atualizado há 2 dias
Prefeitura sanciona lei que proíbe instalação de kits de praia no Porto da Barra, em Salva
Foto: Reprodução / Arquivo

A prefeitura de Salvador sancionou a lei que proíbe a colocação antecipada de kits de praia na faixa de areia da Praia do Porto da Barra, em Salvador.

A decisão foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta quinta-feira (8).

Diante da sanção, os barraqueiros só poderão instalar os kits com cadeiras de praia, guarda-sóis e outros equipamentos mediante a solicitação prévia do usuário.

Prefeitura sanciona lei que proíbe instalação de kits de praia no Porto da Barra, em Salvador — Foto: Marcos Casé/g1

A prefeitura de Salvador sancionou a lei que proíbe a colocação antecipada de kits de praia na faixa de areia da Praia do Porto da Barra, um dos maiores pontos turísticos da cidade. A lei n.º 9.928/2026 foi publicada no Diário Oficial do Município (DOM) desta quinta-feira (8)

Diante da sanção, os trabalhadores só poderão instalar os kits com cadeiras de praia, guarda-sóis e outros equipamentos mediante a solicitação prévia do usuário. Em caso de descumprimento da determinação, a lei prevê as seguintes penalidades:

Vale ressaltar que, em caso da instalação dos kits de praia em desacordo com a lei, os usuários poderão utilizar os equipamentos sem a necessidade de pagar qualquer valor, inclusive taxas de consumação, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC).

O texto da lei vem sendo discutido desde o início de 2025 e o projeto da legislação foi aprovado pela Câmara dos Vereadores em outubro do ano passado.

Em janeiro de 2025, a prefeitura de Salvador já havia definido, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), que os kits só poderiam ser disponibilizados por demanda. A decisão foi divulgada após um vídeo viralizar nas redes, no qual um banhista afirmou que a praia estaria sendo privatizada devido à quantidade de cadeiras na faixa de areia e a falta de espaço.

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