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PF prende suspeito de esquema de falsificação de documentos em Tabatinga, AM

Operação Papel Fantasma da Polícia Federal avança e desarticula rede que produzia certidões de nascimento falsas no Amazonas.

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/11/2026 às 00:21 · Atualizado há 7 horas
PF prende suspeito de esquema de falsificação de documentos em Tabatinga, AM
Foto: Reprodução / g1.globo.com

Polícia Federal prende suspeito em nova fase da Operação Papel Fantasma

A Polícia Federal (PF) efetuou a prisão preventiva de um indivíduo, cuja identidade não foi revelada, na última sexta-feira (6), em Tabatinga, no interior do Amazonas. A ação faz parte da segunda fase da Operação Papel Fantasma e visa desarticular um esquema complexo de produção, intermediação e comercialização de documentos públicos falsificados.

De acordo com as investigações da PF, o grupo criminoso especializava-se na criação de certidões de nascimento com dados inverídicos, confeccionadas sob demanda. Esses documentos fraudulentos eram então utilizados para a obtenção de registros civis brasileiros de maneira ilícita.

A PF detalhou que o suspeito detido preventivamente desempenhava funções cruciais no esquema, incluindo o contato direto com os interessados, a aquisição, retirada e entrega dos documentos falsificados, e a negociação dos valores. Além disso, ele estaria envolvido em ações para ocultar provas e apagar registros que pudessem incriminar a organização.

Para evadir a fiscalização e dificultar a identificação de seus membros, a organização criminosa empregava uma linguagem codificada em suas comunicações, conforme apontam as investigações.

Detalhes da Operação Papel Fantasma

Esta nova etapa da Operação Papel Fantasma foi deflagrada após uma minuciosa análise dos materiais apreendidos em fases anteriores. A Polícia Federal informou que a recuperação de dados de dispositivos eletrônicos e documentos foi fundamental para desvendar novos aspectos da estrutura e da divisão de tarefas dentro do grupo criminoso.

A primeira fase da Operação Papel Fantasma havia sido lançada em outubro de 2026, culminando no cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão.

Os indivíduos sob investigação podem ser responsabilizados por crimes como falsificação de documento público, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa, conforme o nível de envolvimento de cada um.

Fonte: g1.globo.com.

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